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Concelho da CHAMUSCA |
Sendo a sua localização geográfica privilegiada no
Mapa de Portugal, o concelho prima pela centralidade. Da sua extensa rede viária podemos destacar as duas estradas nacionais, EN 118 e EN 243, e realçar o percurso de cerca de 47 km de vias urbanas, 92 km de estradas municipais, 41 km de caminhos municipais e uma rede de cerca de 300 km de vias a classificar no seu considerável território.
Futuramente, o concelho e a sua sede serão atravessados pelo IC3, que passará a contar também com uma nova Ponte sobre o Rio Tejo, constituindo assim, uma importante via de ligação do município aos concelhos vizinhos, assim como ao norte e sul do país. Sendo de realçar especialmente, a ligação aos grandes centros urbanos e industriais, dando um maior acesso a recursos humanos, matérias-primas e bens.
:: Acessibilidades
Auto-Estrada Nacional
O concelho tem ligação à rede nacional de auto-estradas da
Brisa, através da Auto-Estrada Nacional (A1) nos nós de ligação de Santarém (Saida n.º 6 ao Km. 66, Sentido Norte-Sul), e de Torres Novas (Saida n.º 7 ao Km. 94 Sentido Sul-Norte).
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Transportes Ferroviários
No que respeita aos acessos a camindos de ferro, existem a poucos quilómetros do norte do concelho as estações da
CP [Caminhos de Ferro Portugueses] dos Riachos e Entroncamento, e a oeste, a estação de Santarém.
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Transportes Rodoviários
Serviço de Autocarros: Quanto ao transporte público em autocarros, é assegurado pela
Rodoviária do Tejo, e, é assistido por uma
Rede de várias paragens, que se situam ao longo das vias que percorrem esta àrea de exploração, dando desta forma, aos seus utilizadores um rápido acesso entre as várias freguesias do concelho. Esta estação de transportes rodoviários tem ligação directa à Capital (Lisboa) via o Serviço de Expressos, bem como outras ligações Urbanas, Inter-Urbanas ou mesmo Carreiras Rápidas.
A estação está localizada na Rua Dr. Armando Cumbre, na Chamusca, e têm o telefone de serviço nº: 249 760 273.
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Serviço de Táxis: Pode também utilizar os Táxis existentes na Chamusca, sendo a sua Praça de Táxis localizada na Rua General Humberto Delgado (Junto do Posto de Gasolina Galp), com o telefone de serviço nº: 249 760 109.
:: Clima e Vegetação
O clima é de tendência atlântico-mediterrâneo, dada a proximidade do oceano Atlântico e do mar Mediterrâneo pelas influências que produzem, e também e pela quase ausência de relevo na parte da lezíria onde as suas planícies são extensas. A Sul do concelho, na parte da charneca existem alguns cumes pouco elevados.
Durante o ano chove pouco, havendo ocorrência de verões quentes e secos e de Invernos suaves. Salvo os ciclos atípicos que normalmente sucedem devido às alterações globais do clima. A vegetação encontra-se sempre dependente do relevo e do clima, entre outros factores, pelo que, de acordo com as zonas climáticas predominantes em Portugal, podemos identificar na vasta região que o concelho da Chamusca abarca, duas zonas distintas:
|» Zona Florestal: A parte da "
charneca" marca a passagem para a paisagem alentejana. São cerca de 68.200 ha, representando 92% da área total do Município, sendo a ocupação florestal a prática dominante. Com grandes potencialidades agro-florestais, a parte sul do concelho é constituída principalmente por árvores de folha perene ou persistente, sendo as espécies mais características, o Sobreiro (Quercus Suber); o Pinheiro Manso (Pinus Pinea); a Azinheira (Quercus Rotundifolia); o Loureiro (Laurus Nobilis); a Oliveira (Olea europea) e o Eucalipto (Eucaliptus Sp). Outrora, muitas destas árvores eram utilizadas pela sua madeira, na construção de rodas de carroças e de carretas de bois. As folhas e as cascas, por sua vez, apresentam características medicinais e os seus frutos são um importante alimento para o gado suíno. Percorrendo montes e vales em plena charneca ribatejana, podemos ainda encontrar as culturas de Arroz, Cevada, Trigo. As Vinhas, os Olivais e os Pomares de Frutos Secos também são predominantes por estas terras do interior do concelho.
|» Lezíria do Médio Tejo: As férteis terras da Lezíria do Tejo, têm na margem esquerda do rio, o concelho da Chamusca abrangido. Neste estão representadas as clássicas subdivisões de carácter ecológico que caracterizam estes territórios. O "campo", que se estende ao longo da margem do rio, ocupa uma área de 5.273 ha, cerca de 7% da área do Município, e concentra a larga maioria da produção agrícola, sobretudo proveniente das culturas de regadio. A zona de "transição" ocupa apenas 800 ha (1 %) e concentra-se numa pequena mancha a Sul da zona do campo. Quanto à forma de utilização da terra e segundo o RGA (1989), existiam no concelho 2.895 explorações agrícolas ocupando uma área de 39.659 ha, dos quais 13.034 ha correspondiam à superfície agrícola utilizada (S.A.U.) onde a terra arável limpa e as culturas e prados permanentes eram predominantes, e cerca de 26.500 ha correspondiam à área ocupada com matas e florestas sem culturas. Em termos de distribuição da S.A.U., 2.947 ha eram ocupados com culturas permanentes onde o olival, a vinha, os pomares de pessegueiros e citrinos ocupavam, por ordem decrescente, as maiores superfícies plantadas, enquanto que às culturas temporárias era afectada uma área de 4.020 ha onde a produção de milho, tomate, melão, trigo e aveia constituíam os produtos dominantes. Na actividade pecuária existiam cerca de 20.000 efectivos animais, onde os ovinos predominavam em perto de 60% daquele valor. Na estrutura do PAB agrícola do concelho da Chamusca, a produção vegetal contribuía com cerca de 59%, o produto vegetal com 35 % e o produto animal com 6%.
:: Caracterização das explorações agrícolas
Procedeu-se à caracterização com base nos elementos do cadastro e informação disponibilizada pela CADOVA / ACHAR (Associação dos Agricultores de Charneca), com a qual foram definidos seis sistemas de produção agrícola (SPA).
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Tipologia de Sistemas de Exploração |
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Sistemas de Culturas Arvenses área de CA=100% da área cultivada |
SPA 1 |
Sistema Agro-florestal área de CA+CP >25% da área cultivada e inexistência de pecuária |
SPA 4 |
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Sistemas de Culturas Permanentes área de CP=100% da área cultivada |
SPA 2 |
Sistema Agrosilvopastoril área de CA+CP >25% da área cultivadae existência de pecuária ou áreade FL+FR >75%da área cultivada e existência de pecuária |
SPA 5 |
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Sistema Agrícola Misto área de CA+CP=100% da área cultivada |
SPA 3 |
Sistema Florestal área de FL+FR >75% da área cultivada e inexistência de pecuária |
SPA 6 |
No quadro seguinte vem a representatividade em área e número de cada um dos seis sistemas tipo.
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Sistemas |
Representatividade |
% |
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Nº de explorações |
Área (ha) |
Nº de explorações |
Área |
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SPA 1 - Sist. de Culturas Arvenses |
169 |
911 |
23.3 |
1.4 |
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SPA 2 - Sist. de Culturas Permanentes |
63 |
88 |
8.7 |
0.1 |
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SPA 3 - Sist. Mistos |
233 |
1931 |
32.1 |
3.1 |
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SPA 4 - Sist. Agroflorestais |
134 |
10471 |
18.5 |
16.6 |
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SPA 5 - Sist. Agrosilvopastoris |
69 |
26986 |
9.5 |
42.7 |
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SPA 6 - Sist. Florestais |
57 |
22832 |
7.9 |
36.1 |
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Total |
725 |
63219 |
100 |
100 |
Pode-se concluir que em termos de representatividade no concelho os sistemas mistos e de culturas arvenses representam mais de metade do número de explorações, os sistemas agrosilvopastoris e florestais têm perto de 80% da área total. No entanto esta representatividade é diferenciada por freguesia, uma vez que enquanto 45% das explorações de culturas arvenses estão concentradas na Chamusca, as explorações de culturas permanentes e mistas estão sobretudo na freguesia de Carregueira, perto de um terço da área das explorações agroflorestais está na freguesia do Chouto, um terço da área das explorações agrosilvopastoris concentra-se na freguesia da Parreira, em Vale de Cavalos encontra-se mais de 40% da área dos sistemas de culturas arvenses e por fim os sistemas florestais tanto em número como em área estão bastante bem representados no Chouto. Com vista à obtenção de informação relevante, actualizada e para a redefinição de uma tipologia de sistemas foi elaborado um inquérito às explorações agrícolas. Foram inquiridas 158 explorações, que representam 22% do número e 41% da área total do universo. No quadro seguinte vem expressa a representatividade, em área e número de explorações, de cada um dos seis sistemas tipo (SPA) amostrados.
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Sistemas |
Representatividade |
% |
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|
Nº de explorações |
Área (ha) |
Nº de explorações |
Área |
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SPA 1 - Sist. de Culturas Arvenses |
31 |
258.1 |
19.6 |
1 |
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SPA 2 - Sist. de Culturas Permanentes |
11 |
77.7 |
7 |
0.3 |
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SPA 3 - Sist. Mistos |
41 |
647 |
25.9 |
2.5 |
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SPA 4 - Sist. Agro-florestais |
19 |
488.4 |
12 |
1.9 |
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SPA 5 - Sist. Agrosilvopastoris |
27 |
13785.6 |
17.1 |
52.7 |
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SPA 6 - Sist. Florestais |
29 |
10924.6 |
18.4 |
41.7 |
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Total |
158 |
26181.3 |
100 |
100 |
Da sua análise pode-se concluir que mais de metade (52,5%) das explorações inquiridas pertencem aos Sistemas de Culturas Arvenses, de Culturas Permanentes e Agrícolas Mistos, aos quais correspondem apenas 3,8% da superfície total abrangida. Os sistemas Agro-florestais e os Agrosilvopastoris integram 29,1% do número total das explorações inquiridas e representam cerca de 55% da área inquirida. Finalmente, os sistemas florestais correspondem a 18,4% do número e a 41,7% da área em causa.
:: Características geo-morfológicas
O território deste concelho é composto, essencialmente, por solos argilo-arenosos, encontrando-se a nascente aluviões e areias derivadas do enchimento Terciário-Quaternário do Golfo Tejo-Sado. O terreno é, no geral, relativamente permeável, existindo águas freáticas profundas. Os solos rochosos são praticamente inexistentes. A caracterização dos solos deste concelho tem por isso grande importância, dado o elevado potencial agro-florestal desta zona. Os diferentes tipos de solo podem ser agrupados em classes de capacidade de uso, de acordo com utilização potencial dos mesmos. Estas são constituídas por 5 classes que variam de forma decrescente, de A a E. Enquanto na classe A os solos permitem a utilização agrícola intensiva, não apresentando praticamente riscos de erosão, na classe E os solos já apresentam elevado risco de erosão, e por isso não são susceptíveis de qualquer utilização, sendo aproveitados apenas para vegetação natural ou floresta de protecção ou recuperação.
|» A faixa compreendida entre a Estrada Nacional 118 e o rio Tejo: Composta por solos calcários inundáveis, classificados, quanto à capacidade de uso, nas classes A e 8; é nesta parcela de território que se localizam as principais explorações agrícolas do concelho, consistindo em culturas arvenses de regadio, pomares e vinha;
|» A norte da Ribeira de Ulme: Com linhas de água pouco importantes, que definem pequenos promontórios planálticos, compreendendo terrenos cuja capacidade de uso é baixa, constituídos, essencialmente, por solos D e E com predominância de encostas orientadas a Norte-Este e Sul-Oeste;
|» A sul da Ribeira de Ulme: Zona que representa cerca de dois terços do concelho, as cumeadas são definidas, não se encontrando a situação de planalto, como a Norte. Os terrenos de menor declive localizam-se ao longo das linhas de água, que são as mais importantes do concelho - Ribeira de Ulme, Vale de Atela, Ribeira de Muge, Ribeira do Chouto e Ribeira da Calha Grou. Os solos de maior capacidade de uso existentes nesta zona estão compreendidos na classe C, servindo de "assento" à cultura do arroz e a culturas arvenses de regadio.

Gráfico > Área do concelho, em percentagem, das diferentes Classes de Capacidade de Uso dos Solos
Os solos das classes D e E são os predominantes no concelho, ocupando uma área de aproximadamente 60.000 ha, o que equivale a cerca de 81 % da área total do concelho, encontrando-se espalhados pela charneca. Os solos da classe D ocupam os topos de vales planos, aqui as plantas têm dificuldade em desenvolver as suas raízes devido à pouca profundidade de solo e/ou devido à presença de afloramentos rochosos. Os solos da classe E ocupam essencialmente zonas de encosta, apresentando por isso, graves problemas de erosão e de escorrimento superficial.
A classe A é exclusiva do campo, ao passo que a classe B se encontra nos vales de algumas ribeiras da região Noroeste do concelho (zona de Pinheiro Grande e Carregueira), na zona de campo e na Ribeira de Ulme (troço final). As plantas nos solos da classe B têm dificuldade em desenvolver as suas raízes e nalguns casos encontram solos com excesso de água.
Os solos da classe C estão concentrados nas zonas de vale das diversas ribeiras do concelho (exceptuando os casos dos solos da classe B), são geralmente solos que apresentam excesso de água, ou então, tal como nos solos anteriores as plantas têm problemas em desenvolver as suas raízes.
:: Outros Aspectos do Concelho
Economia
|» Sector Primário
Como na generalidade dos concelhos da margem esquerda do Baixo Tejo, no concelho da Chamusca estão representadas as três clássicas subdivisões de carácter ecológico que caracterizam esses territórios: o "campo", que se estende ao longo da margem do rio, ocupa uma área de 5.273 ha, cerca de 7% da área do Município, e concentra a larga maioria da produção agrícola, sobretudo proveniente das culturas de regadio; a "charneca" marca a passagem para a paisagem alentejana. São cerca de 68.200 ha, representando 92% da área total do Município, sendo a ocupação florestal a prática dominante; a zona de "transição" ocupa apenas 800 ha (1%) e concentra-se numa pequena mancha a Sul da zona do campo.
Quanto à forma de utilização da terra e segundo o ressenciamento geral agrícola de 1989, existiam no concelho 2.895 explorações agrícolas ocupando uma área de 39.659 ha, dos quais 13.034 ha correspondiam à superfície agrícola utilizada onde a terra arável limpa e as culturas e prados permanentes eram predominantes, e cerca de 26.500 ha correspondiam à área ocupada com matas e florestas sem culturas.
Em termos de distribuição da superfície agrícola utilizada, 2.947 ha. eram ocupados com culturas permanentes onde o olival, a vinha, os pomares de pessegueiros e citrinos ocupavam, por ordem decrescente, as maiores superfícies plantadas. Por outro lado, as culturas temporárias cobriam uma área de 4.020 ha, onde a produção de milho, tomate, melão, trigo e aveia constituíam os produtos dominantes.
Na produção florestal, o eucalipto, o montado de sobro e o pinhal são as espécies dominantes. Na actividade pecuária existiam cerca de 20.000 efectivos animais, onde os ovinos predominavam em perto de 60% daquele valor. Na estrutura do produção anual bruta agrícola do concelho da Chamusca, a produção vegetal contribuía com cerca de 59%, o produto vegetal com 35 % e o produto animal com 6%.

|» Sector Secundário
O sector secundário é composto por empresas da área da construção e Obras Públicas, Metalurgia, Metalomecânica, Material Eléctrico e Transportes, Calçado, Vestuário e Texteis, Alimentação e Bebidas, Móveis, Madeira e Cortiça.
|» Sector Terciário
No que diz respeito a serviços, que constituem o sector terciário, encontramos: Comércio, Bancos e Seguros, Transportes e Comunicações, Administração Pública e Outros serviços.
Educação
No concelho da Chamusca ministra-se actualmente o ensino desde o nível pré-escolar até ao secundário (incluindo o 12º ano). Sendo que esta área é assistida por várias valências abaixo descritas.
|» Equipamentos e Serviços existentes:
Saúde e Segurança
No que diz respeito aos serviços na área da Sáude, o município da Chamusca é servido por um Centro de Saúde com SAP e oito extensões do Centro de Saúde nas várias freguesias. Dispõe também de oito Farmácias e dois Postos de Medicamentos distribuídos pelo concelho.
Quanto à Segurança e Protecção Civil, Social e Pública, a Vila da Chamusca tem ao seu dispor um corpo de Bombeiros Voluntários, um Posto Territorial da Guarda Nacional Republicana, um Departamento Municipal de Protecção Civil, um Gabinete Técnico Florestal e uma Loja da Solidariedade e Segurança Social.