Antes mesmo dos caminhos-de-ferro e dos transportes rodoviários, era pelo Tejo, em barcos, de água acima, que iam e vinham as mercadorias, ao ritmo do vento nas velas. Na Chamusca tiveram importância económica alguns portos fluviais, cuja memória ainda se conserva na toponímia local (Porto das Mulheres, Porto do Carvão).
Mas o rio, que era estrada a ligar a Lisboa, era também barreira a separar da Golegã, da Cardiga, da Barquinha, de Tancos. Durante séculos a solução foi as barcas de passagem que transportavam, de uma margem para a outra, homens, gado, carroças e mercadorias.
Na Carregueira ainda há memória da Estrada da Barca. No Arripiado ainda há a Barca de Passagem, ela mesma a única sobrevivente a garantir a ligação rápida com a vizinha vila de Tancos.

Embarcação de pesca no Rio Tejo (Porto Carvão na Chamusca)

Pescador no Rio Tejo (Porto das Mulheres na Chamusca)

Embarcação de travessia do Rio Tejo entre Tancos e o Arripiado.

Panorâmica sobre o Rio Tejo e os portos fluviais no Arripiado (Cais de S. Marcos e Cais Militar).