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Ajuda em Conteúdos Multimedia

Tópicos de ajuda relativos à navegação e compreensão dos conteúdos multimedia deste sítio.

Ajuda em conteúdos multimedia

:: De uma forma generalizada e actual, a World Wide Web (WWW) tende a utilizar cada vez mais os conteúdos multimedia, por forma a facilitar o acesso mais rápido e fiável à informação disponibilizada. Nos sítios governamentais, bem como na página oficial da Câmara Municipal da Chamusca, pode eventualmente ser necessário o recurso a estes tipos de media.

Os conteúdos multimedia são deste modo uma forma de apresentação de imagens e / ou vectores animados, sequências de audio e / ou vídeo, fotos e / ou texto em modo interactivo ou não. O utilizador para aceder a este tipo de informação, deve utilizar para isso, um equipamento informático que disponha de: placas de video e som, colunas, rato, teclado e software instalado de forma a que, possa disponibilizar formatos multimedia tais como: wav, mp3, asf, wma, avi, mpg4, xvid, divx, 3gp, wmv, swf, flv, rm, pps, etc. Os programas mais usados podem ser descarregados gratuitamente na internet e têm versões para os sistemas operativos mais comuns:

 Windows Media Player

Para visualizar o vídeo ouvir audio em vários formatos de codificação. Windows e Macintosh
[ descarregar ]

 Adobe Shockwave Player

Para visualizar gráficos animados. Windows, Macintosh e GNU/ Linux
[ descarregar ]

 Adobe Flash Player

Para visualizar gráficos e vectores animados. Windows, Macintosh e GNU/ Linux
[ descarregar ]

 Java Plug-in Software (Sun Microsystems)
Componente do Java Runtime Environment (JRE), permite correr várias applets escritas com a linguagem de programação Java, nos vários tipos de Browsers de Internet. Exemplos: Internet Explorer 5.X / 6.X / 7.X, Opera 9.X, FireFox 1.X / 2.X, Netscape Navigator...
[ descarregar ]

 Real Media Player
Vídeo e som. Windows, Macintosh e GNU/ Linux
[ descarregar ]

 XMovie

Vídeo e som para GNU/ Linux
[ descarregar ]

 FDDShow Tryouts
FFDShow é um filtro descodificador DirectShow para filmes codificados nos seguintes formatos: XviD, DivX , MPEG4, etc. É rapido e leve, e para além disso, também possui um pós processamento que melhora a qualidade da imagem e audio. Entre outras opções avançadas, possibilita a incorporação de legendas. [ descarregar ]

:: A informação que regularmente é publicada neste sítio, faz-se num formato compatível e compreensível para os programas de navegação mais comuns. No entanto, haverá ocasiões em que se torna necessário incluir um documento em formato original por motivos estritamente informativos. Para ler ou aceder a estas formas de informação será necessário o uso de um programa de visualização adequado.

 Adobe Reader (Windows, Macintosh e Linux)
Este programa é capaz de ler documentos em formato PDF (corresponde a um sistema que respeita a disposicão original dos conteúdos no interior de um documento). [ descarregar ]

 Visualizador para o Word 97/2000/XP/2003/2007 (Windows)
Ver, imprimir e copiar documentos do Word, mesmo que não tenha o Word instalado. Esta transferência é uma substituição para o Word Viewer 2003 e para todas as versões anteriores do Word Viewer. Permite abrir documentos do Word guardados nos seguintes formatos: Documento do Word (*.docx), Documento com Permissão para Macros do Word (*.docm), Formato RTF (.rtf), Texto (.txt), Formatos de Página Web (.htm, .html, .mht, .mhtml), WordPerfect 5.x (.wpd), WordPerfect 6.x (.doc, .wpd), Works 6.0 (.wps), Works 7.0 (.wps), XML (.xml). [ descarregar ]

 Word/Excel/PowerPoint 2007 Compatibility Pack 97/2000/XP/2003 (Windows)
Compatibility Pack para os Formatos de Ficheiro do Word, Excel e PowerPoint 2007. Para reduzir o tamanho dos ficheiros, melhorar a fiabilidade e a integração com origens externas, a Microsoft adicionou novos formatos de ficheiro ao Word 2007, Excel 2007 e PowerPoint 2007. Para ajudar a garantir que consegue abrir ficheiros nestes novos formatos, a Microsoft desenvolveu um Compatibility Pack para Formatos de Ficheiro do Word, Excel e PowerPoint 2007. Ao instalar o Compatibility Pack após a instalação do Word Viewer, poderá visualizar documentos guardados nos novos formatos de documento seguintes:  Documento do Microsoft Office Word 2007 (.docx), Documento com permissão para macros do Microsoft Office Word 2007 (.docm).
[ descarregar ]

 WinZip, WinRAR (Windows)
Quando os conteúdos são muito grandes, utiliza-se este programa utilitário para os comprimir e obter um ficheiro de menores dimensões, facilitando a sua transmissão através da Rede.
[ descarregar ] WinZip [ descarregar ] WinRAR


    

[Glossário Multimedia]

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ABM (ASYNCHRONOUS BALANCED MODE)
- ver: MODEM
Modo de comunicação do HDLC e seus derivados que suporta comunicação ponto a ponto entre dois nós, onde qualquer um deles pode iniciar a transmissão.

ABR (AUTOMATIC BAUD RATE DETECTION)
- ver: STOP BITS
Um processo através do qual o destinatário determina a velocidade, o código e o número de stop bits da informação a receber, analisando o primeiro caracter, normalmente pré-definido. O autobaud permite ao destinatário aceitar dados de vários transmissores a diferentes velocidades sem necessitar de estabelecer taxas de transmissão de antemão.

ABSTRAÇÃO (ABSTRACTION)
Ignorar ou esconder os detalhes para capturar algo de comum entre instâncias diferentes. Como exemplo, nos tipos de dados abstractos a representação de detalhes está escondida, na sintaxe abstracta os detalhes da sintaxe concreta são ignorados e na interpretação abstracta os detalhes são ignorados para analisar propriedades específicas.

ACAP (APPLICATION CONFIGURATION ACCESS PROTOCOL)
- ver: SERVIDOR
Estandardização para o acesso a configurações de programas de um servidor remoto, permitindo ao utilizador o uso e alteração das mesmas pela leitura e escrita dos valores num servidor central.

ACELERADOR (ACCELERATOR)
- ver: CPU,HARDWARE
Hardware adicional que proporciona um maior aumento de velocidade na concretização de uma tarefa do que é possível em software que é executado numa CPU normal. Exemplos incluem aceleradores gráficos e aceleradores do cálculo matemático.

ACF (ADVANCED COMMUNICATIONS FUNCTION)
- ver: SNA
Um grupo de produtos SNA que proporcionam processamento distribuído e a partilha de recursos.

ACF/NCP (ADVANCED COMMUNICATIONS FUNCTION / NETWORK CONTROL PROGRAM)
- ver: SNA
Programa de controlo da rede primário da rede SNA. ACF/NCP faz parte do controlador de comunicações e faz interface com o método de acesso do SNA no servidor para controlar a rede de comunicações.

ACIA (ADVANCED COMMUNICATION INTERFACE ADAPTER)
- ver: RS-232
Circuito integrado que proporciona a formação dos dados e controle aos interfaces de série (nomeadamente o RS-232).

ACK
Uma mensagem transmitida que indica que alguns dados foram correctamente recebidos. Normalmente, se o transmissor não receber o ACK após algum tempo pré-defenido, os dados são novamente transmitidos.

ACOPLADOR ACÚSTICO (ACOUSTIC COUPLER)
- ver: MODEM
Componente usado para ligar um modem a uma linha telefónica através de um telefone regular. O acoplador acústico converte os sinais eléctricos do telefone em som através de um altifalante contra o qual o microfone do telefone é colocado. O altifalante do telefone é então inserido numa. O altifalante do telefone é, então, colocado contra um microfone que converte os sons em sinais eléctricos que retorna ao modem. O telefone é posto numa caixa à prova de som contendo o altifalante e o microfone para evitar a interferência do barulho do ambiente. Os acopladores acústicos já são raramente utilizados, pois os modems actuais já contêm uma ligação directa à linha telefónica, permitindo, assim, a degradação do sinal causada pelas múltiplas conversões de e para audio.

ACPI (ADVANCED CONFIGURATION AND POWER INTERFACE)
- ver: BIOS,SISTEMA OPERATIVO
Estandardização desenvolvida pela Intel(tm), Microsoft(tm) e Toshiba(tm) para a configuração da gestão do consumo eléctrico. O elemento chave desta estandardização é a gestão do consumo eléctrico com dois importantes melhoramentos. Primeiro põe-se o sistema operativo no lugar de controlador do consumo eléctrico. No modelo existente a maior parte das tarefas são realizadas pela BIOS, com intervenção limitada por parte do sistema operativo. No ACPI, a BIOS é responsável pelos detalhes da comunicação com o equipamento electrónico, deixando o controle para sistema operativo. A outra tarefa é levar as características da gestão de consumo eléctrico dos computadores portáteis para os outros. As baixas taxas de consumo, em que só a memória, e às vezes nem ela, usa energia, mas que interrupções normais podem acordar o sistema, são próprias dos computadores portáteis. Esta estandardização proporciona estas características uma nova gama de sistemas.

ACSE (ASSOCIATION CONTROL SERVICE ELEMENT)
Método OSI para estabelecer uma ligação entre duas aplicações. O ACSE verifica as identidades e contextos das aplicações, e pode aplicar uma verificação de seguraça de autenticidade.

ACTIVE - X
- ver: JAVA,OLE,INTERNET
A resposta da Microsoft(tm) ao aparecimento do JAVA (r). O ActiveX é uma implementação básica do OLE desenvolvida para correr sobre ligações à Internet mais lentas.

ACUMULADOR (ACCUMULATOR)
- ver: ALU,CPU
Na ALU (unidade aritmética e lógica), é um registo aonde os resultados intermédios são guardados. Sem o acumulador, seria necessário escrever os resultados intermédios para a memória principal e voltar a lê-los mais tarde. Ora o acesso à memória principal é mais lenta do que o acesso ao acumulador, que normalmente tem um caminho directo de e para a unidade aritmética e lógica (ALU). CPUs modernos têm, normalmente, muitos registos que podem ser usados como acumuladores. Um registo, local em memória ou variável que está a ser usada para o endereçamento artimético ou lógico, especialmente um que está a ser usado para acumular uma soma ou contar um determinado número de coisas.

ADC (ANALOG TO DIGITAL CONVERTER)
Componente electrónico que converte sinais analógicos em dados binários.

ADJACÊNCIA (ADJACENCY)
- ver: PACOTE
Uma relação entre dois dispositivos de rede que estão ligados por um segmento de rede, tal que um pacote enviado por um possa chegar ao outro sem passar por terceiros. (Topo da página)

ADSL (ASYMMETRIC DIGITAL SUBSCRIBER LINE)
- ver: LARGURA DE BANDA,CROSSTALK,CLIENTE,SERVIDOR
Uma forma de linha digital subscrita em que a largura de banda disponível para uma ligação é significativamente maior para um sentido do que para o outro. Apesar de ter sido desenhada para minimizar o efeito de crosstalk entre os canais de ambos os sentidos esta configuração está bem preparada para a web e para aplicações cliente-servidor, para além de algumas outras aplicações emergentes como o video a pedido. A taxa de transmissão do ASDL varia com o comprimento e qualidade da linha que liga o utilizador à companhia dos telefones. Numa direcção a mesma é, tipicamente, entre 16 a 640 Kilobits/segundo, enquanto que a outra fica entre 1.5 e 9 Megabits/segundo. O ADSL proporciona, ainda, um canal de voz. Configurando o ADSL, é possível transmitir informação digital, voz analógica e difundir video MPEG2 numa variedade de implementações.

ADSP (APPLETALK DATA STREAM PROTOCOL)
- ver: PROTOCOLO
Protocolo que proporciona um método simples de transporte de dados através de uma rede.

AFP (APPLETALK FILLING PROTOCOL)
- ver: APPLETALK
Protocolo usado nas redes de comunicação Appletalk. Para que as redes não Apple(tm) acedam a informação num servidor AppleShare, os seus protocolos devem ser traduzidos na linguagem AFP.

AGP (ACCELERATED GRAPHICS PORT)
- ver: BUS,PCI
Especificação por parte da Intel(tm) de um bus que permite obter cartas gráficas 3D com acesso mais rápido à memória principal do que o bus PCI. O bus AGP opera a 133 Megahertz comparado aos 66 Megahertz do PCI e proporciona ainda um melhoramento nos gráficos a 2D. Proporciona ainda uma gestão de memória coerente que permite ler informação espalhada pela memória num intervalo de tempo muito reduzido. Graças ao uso da memória existente no sistema, o bus AGP permite gráficos muito bons a preços reduzidos.

ALFANUMÉRICO (ALPHANUMERIC)
Um dígito décimal ou uma letra (maiúscula ou minúscula). O significado de letras é, tipicamente, letras de a-z (A-Z), mas também pode incluir caracteres especiais como o 'ç' ou o 'â'.

ALGORITMO (ALGORITHM)
Programa ou parte de programa que realiza uma determinada tarefa (ex: cálculo de integrais) segundo um método de resolução pré-definido.

ALU (ARITHMETIC AND LOGIC UNIT)
- ver: CPU
A parte da CPU que executa as operações como a adição, a subtração ou a multiplicação de inteiros e operações binárias como o 'e' e 'ou' lógico. A descodificação lógica das instruções da CPU determinam a operação que a ALU deve levar a cabo, os parâmetros de entrada e os resultados.

ANS (AMERICAN NATIONAL STANDARD)
- ver: ANSI
Prefixo comum para documentos ANSI ou estandardizações.

ANSI (AMERICAN NATIONAL STANDARD INSTITUTE)
- ver: ISO
Corpo do governo americano (membro do ISO) responsável pelo aprovamento da estandardizações em muitas àreas, incluindo computadores e comunicações.

ANTI-ALIASING
Técnica usada para criar a ilusão de bordas diagonais mais suaves e a transitar para a cor de fundo. O exemplo mais comum são os caracteres negros num fundo branco. Sem anti-aliasing, as bordas diagonais podem aparecer disformes em baixas resoluções. Se se puder utilizar cinzentos intermédios, então pode ser aplicado o anti-aliasing. Um pixel é preto se está completamente rodeado de àrea preta, ou branca se está completamente fora da mesma, ou um cinzento intermédio de acordo com as proporções de àreas negras e brancas.

APDU (APPLICATION PROTOCOL DATA UNIT)
- ver: PACOTE
Um pacote de informação trocada entre duas aplicações através de uma rede. Este é o mais alto nível de comunicação no modelo de sete camadas da OSI e um simples pacote trocado a este nível pode ser transitido em vários pacotes num nível mais baixo para além de incluir informação extra para o seu encaminhamento.

NCP
- ver: APLICAÇÃO,KERNEL
Interface que se refere a convenções pelas quais uma aplicação acede ao sistema operativo e outros serviços. Um API é definido a nível de código e proporciona um nível de abstração entre a aplicação e o kernel, o que assegura a portabilidade de código. Um API pode, ainda, proporcionar um interface entre linguagens de alto nível e ferramentas e serviços que foram escritos sem considerar as convenções suportadas pelas linguagens compiladas. Neste caso, a tarefa principal do API é a tradução das listas de parâmetros de um formato para o outro e a interpretação de argumentos por valor e por referência numa ou nas duas direcções.

APLICAÇÃO (APPLICATION)
Tudo o que é criado com instrumentos informáticos.

APM (ADVANCED POWER MANAGEMENT)
Uma característica usual de alguns monitores, mas não sempre, em portáteis, que desliga a energia do monitor depois de um período de inactividade. Os monitores com esta característica são usualmente chamados de "monitores verdes", amigos do ambiente, já que poupam energia eléctrica.

APPLET
- ver: JAVA,INTERNET,BROWSER
Um programa escrito em JAVA que pode ser distribuido como attachment num documento da Internet e executado pelos browsers actuais como o HotJava(r) da Sun(tm) ou o Navigator(r) da Nescape(tm). O último limita o campo da acção da applet em termos do sistema de ficheiros e acesso à rede para prevenir violações acidentais ou propositadas.

APPLETALK
- ver: PROTOCOLO,LOCALTALK,ETHERTALK
Protocolo de uma rede local desenvolvida pela Apple(tm) para a comunicação entre os seus produtos (Macintosh(r), entre outros) e outros computadores. Este protocolo é independente da rede sobre que corre. De entre as implementações actuais estão as redes locais Localtalk (235 Kilobytes por segundo) e Ethertalk (10 Megabytes por segundo).

APPN (ADVANCED PEER-TO-PEER NETWORKING)
- ver: ADJACÊNCIA
Suporte criado pela IBM(tm) para a transmissão de dados que dirige os dados entre duas ou mais sistemas APPC sem que eles necessitem de ser adjacentes.

ARCHIE
- ver: INTERNET
Serviço da Internet que permite a pesquisa de ficheiros em arquivos.

ARP (ADDRESS RESOLUTION PROTOCOL)
- ver: ETHERNET,INTERNET
Protocolo de descobrir o endereço Ethernet do seu endereço Internet. O transmissor envia uma mensagem de difusão com endereço Internet e espera pela resposta de outro servidor que contém o endereço Ethernet correspondente. Cada servidor mantém uma cache com traduções de endereços Internet em Ethernet para reduzir a latência envolvida neste processo. O ARP permite que os endereços Internet sejam independentes dos endereços Ethernet, mas só funciona se todos os servidores o suportarem.

ARPANET (ADVANCED RESEARCH PROJECTS AGENCY NETWORK)
- ver: INTERNET
Rede antecessora da Internet, que foi desenvolvida e testada num laboratório militar (ARPA) dos Estados Unidos da América. Aqui foram testados os primeiros protocolos e serviços da actual Internet.

ARQ (AUTOMATIC REPEAT REQUEST)
- ver: MODEM,CORRUPÇÃO
Protocolo de controle de erros de modems em que o receptor pede ao transmissor para reenviar a informação corrompida.

ARQUITECTURA (ARCHITECTURE)
- ver: PROCESSADOR
Desenho da conjunção de todos os componentes. O termo é, geralmente, utilizado nos processadores.

AS (AUTONOMOUS SYSTEM)
Um número unívoco que identifica uma rede ligada à Internet que tem políticas de encaminhamento distintas.

ASCII (AMERICAN STANDARD CODE FOR INFORMATION INTERCHANGE)
Norma estandardizada que define a codificação dos caracteres não acentuados e dos outros signos úteis. Esta norma divide os 256 caracteres em dois grupos de 128. O primeiro contém sinais de pontuação, letras maiúsculas e minúsculas e 32 códigos necessários à comunicação e à impressão. O segundo contêm outros caracteres úteis mas já mais específicos para a ciência informática.

ASE (APPLICATION SERVICE ELEMENT)
- ver: OSI,INTERFACE
Software na camada de apresentação do modelo de sete camadas da OSI que proporciona uma camada de interface abstracta para lidar com as APDUs. Como as aplicações e as redes variam, as ASEs são divididas entre serviços comuns e serviços específicos.

ASSÍNCRONO (ASSYNCHRONOUS)
- ver: RS-232
Não sincronizado por um sinal partilhado como um relógio ou semáforo. Procedendo independentemente. Um processo num sistema multi-tarefa cuja execução pode proceder independentemente. Outros processos podem ser começados antes do processo assíncrono ter acabado. Um sistema de comunicação em que a transmissão de dados pode começar a qualquer altura e está referenciada por um start bit (RS-232). Um byte de dados ou qualquer outro elemento definido pelo protocolo acaba com um stop bit. Uma condição de marcação contínua é então mantida até que os dados acabem de ser transmitidos.

ATA (ADVANCED TECHNOLOGY ATTACHMENT)
- ver: ISA,DRIVE
Estandardização de um interface para discos rígidos baseado no bus ISA mas usado também noutros computadores. A especificação da ATA define todos os passos na troca de informação entre a motherboard e o controlador integrado da drive. bus ATA só suporta dois dispositivos: um mestre e um escravo. As drives ATA podem usar qualquer interface físico que o produtor quiser, desde que um tradutor interno seja incluído como interface entre o mesmo e o ATA. Os controladores ATA são, actualmente, ligações directas ao bus ISA.

ATA-2 (ADVANCED TECHNOLOGY ATTACHMENT INTERFACE WITH EXTENSIONS)
- ver: BIOS,ATA,ATA-4,DRIVE,DMA
Proposta de estandardização que amplia o interface ATA enquanto mantém a compatibilidade com as actuais BIOS dos computadores pessoais. ATA-2 proporciona maiores débitos na troca de dados, transações de 32 bits e, em alguns discos rígidos, DMA. O suporte opcional de modos de poupança de energia e dispositivos removíveis fazem, ainda, parte do ATA-2.

ATA-4 (ADVANCED TECHNOLOGY ATTACHMENT OU ULTRA DMA)
- ver: BIOS,ATA,ATA-2,PIPELINE
Um desenvolvimento do ATA que permite atingir uma velocidade de transferência máxima de 33 Megabytes por segundo (Ultra DMA/33 com DMA síncrono). O aumento da velocidade é conseguido através do melhoramento das janelas de temporização do protocolo no interface ATA. Reduzindo os atrasos de propagação (por pipelining) nas transferências de dados e na transferência de dados no modo strobed.

ATAPI
- ver: API,CD-ROM

API usado nos computadores pessoais para aceder aos CD-ROMs.

ATM (ASYNCHRONOUS TRANSFER MODE)
- ver: DÉBITO,BACKBONE,LAN
Rede de comunicação assíncrona que aproveita a banda larga para obter altos débitos de transferência de dados digitais. Com um débito teórico máximo de 2,4 Gigabytes, é utilizada principalmente como backbone entre outras redes locais.

ATÓMICO (ATOMIC)
Derivado do grego "atomos", é tudo o que não se pode dividir. Por exemplo, uma instrução pode realizar várias operações ditas atómicas, ou seja, todas são feitas imediatamente e não existe nenhuma chance de uma delas ser terminada a meio pela intervenção de terceiros. Normalmente usa-se o termo para definir uma operação que não pode ser interrompida. Um tipo de dados atómico não tem estrutura interna visivel ao programa. Pode ser representado por um domínio plano em que todos os elementos são igualmente definidos. Inteiros e boleanos são exemplos. Uma transação atómica numa base de dados é uma operação que é garantido acabar com sucesso ou não acabar. Se um erro não deixa acabar uma operação parcialmente processada, é necessário que se forçe a base de dados a retornar atrás até ao momento anterior à execução do comando. Este retrocesso previne que a base de dados seja deixada num estado de inconsistência, o que pode ser dramático.

ATTACHMENT
- ver: E-MAIL,APPLETS
Qualquer ficheiro ou conjunto de ficheiros que são enviados juntamente com uma mensagem de correio electrónico (e-mail) ou página da Internet (ex: applets).

ATX
- ver: BABY AT,MINI ATX
Uma especificação de motherboards da Intel(tm). ATX é um desenvolvimento da especificação da motherboard Baby AT em que a mesma é virada 90 graus na caixa. A CPU e os conectores SIMM's foram transferidos para longe dos slots de expansão para suportar placas de expansão maiores. Mais funções de E/S forma integradas na motherboard. Agora que o lado maior da motherboard está virada para trás da caixa, existe mais espaço para conectores. Para além disso, a abertura de E/S é maior atrás (o dobro), o que permite que existam mais placas de expansão para além das normais. As motherboards ATX medem 305mm de largura por 244mm de altura. Ainda existe um Mini-ATX, onde a tamanho é reduzido para 284mm de largura por 208mm de altura.

AUDÍO
- ver: CD-AUDIO,DAC
Som. Os computadores, CDs audio e DACs guardam o som através de uma sequência discreta de amostras. Uma amostra do som original contínuo é retirada cada período de algumas dezenas de milésimas de segundo. Cada amostra representa a intensidade da pressão da onda sonora em cada instante. Para além da frequência de recolha de amostras, o outro parâmetro é a codificação digital de cada amostra incluindo o número de bits usados. A codificação pode ser linear, logarítmica ou mu-law.

AUI (ATTACHMENT UNIT INTERFACE)
- ver: ETHERNET,MAU
Componente da Ethernet que fica entre a camada MAC (Media Acess Control) e o MAU (Media Acess Unit). O AUI é um transceiver que proporciona um caminho entre o interface Ethernet e o MAU.

AUTENTICAÇÃO (AUTHENTICATION)
Verificação da identidade de uma pessoa ou processo. Num sistema de comunicações a autenticação verifica se as mensagens vieram de onde dizem que vieram.

AUTOMAÇÃO (AUTOMATION)
- ver: AUTÓMATO
Automático, como oposto a humano. Operação ou controlo de um processo, equipamento ou sistema; ou as técnicas e equipamentos usados para o conseguir. Mais aplicado a um computador que controla um processo industrial.

AUTÓMATO
- ver: AUTOMAÇÃO
Uma máquina, robot, ou um sistema formal que segue uma sequência precisa de instruções. A teoria autómata, a invenção e o estudo de automatos, inclui o estudo das limitações e capacidades dos processos, na maneira em que os processos recebem os dados, os processam e produzem os resultados e nas relações entre as teorias behavioristas e a operação e uso de dispositivos automados.

AVI (AUDIO VIDEO INTERLEAVE)
- ver: AUDIO,VIDEO
Norma de audio e video digital em que a imagem e o som são combinados no mesmo fluxo e codificados.

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BABY AT
- ver: ATX,XT,AT
Outro desenho de motherboards que tinha o mesmo tamanho das motherboards XT e que podia caber numa caixa XT. As motherboards AT originais já estão esquecidas.

BACKBONE
Nível máximo numa rede hierárquica. Redes que estão ligadas pelo mesmo backbone podem comunicar entre si.

BACKGROUND
Uma tarefa que corre em background é destacada do terminal onde começou (e muitas vezes corrida a baixa prioridade). Isto quer dizer que as entradas e saídas de dados têm de ser para e de ficheiros (ou outros processos).

BACKUP
Uma cópia extra de um ficheiro ou outro recurso para uso na eventualidade de uma falha ou de perda do original. termo é, normalmente, utilizado para a referência a uma cópia de todos os ficheiros no computador que é feita periódicamente e é guardada num dispositivo removível. Esta precaução essencial é esquecida por grande parte dos utilizadores de computadores actuais até que sofram o primeiro azar (apagar um ficheiro importante, falha no disco rígido, etc). No caso ideal, o backup deve ser guardado num sítio diferente ou num sítio à prova de fogo, pois apesar do hardware poder estar no seguro, os seus dados não o estarão.

BANDWIDTH
- ver: ADSL,CROSSTALK,CLIENTE,SERVIDOR
Ing. largura de banda.

BASEBAND
- ver: BROADBAND,ETHERNET
Um meio de transmissão onde os sinais digitais não precisam de ser transmitidos com frequency shifting. Em geral, só um canal de comunicações está disponível de cada vez. A Ethernet é um exemplo de uma rede baseband.

BAUD
- ver: BPS
Unidade em que a capacidade de transporte de informação de um canal de comunicação é medida. É equivalente a bits por segundo.

BBS (BULLETIN BOARD SYSTEM)
- ver: MODEM,INTERNET
Servidor acessivel por um modem que providencia uma série de serviços aos seus utilizadores. Entrou em extinção com o aparecimento da Internet.

BCC (BLIND CARBON COPY)
- ver: E-MAIL
Cabeçalho de uma mensagem de correio electrónico que contém os endereços a que se destina a mensagem, mas que não serão vistos pelos destinatários.

BCD (BINARY CODED DECIMAL)
Representação numérica onde um número é exprimido como uma sequência de digitos decimais. Esses digitos decimais são codificados, então, num número binário com quatro bits. Ou seja, o número decimal 92 é codificado como 1001 0010 (note-se que os quatro primeiros bits referem-se ao 9 e os últimos quatro ao 2).

BEDO (BURST EDO)
- ver: EDO RAM
Variante da memória EDO, onde os ciclos de leitura e escrita são executados em grupos de quatro. Consegue-se assim um aumento de velocidade entre 40 megahertz e 66 megahertz, o que fica bem longe dos 33 megahertz da memória EDO.

BENCHMARK
Programa ou conjunto de programas que pode ser executado em diferentes computadores para dar uma medida, por vezes enganadora, do seu desempenho. "Na indústria dos computadores existem três tipos de mentiras: mentiras, mais mentiras e benchmarks." Um benchmark pode tentar indicar o poder total de um sistema incluindo uma mistura típica de programas ou pode tentar medir aspectos específicos do desempenho, como o cálculo matemático (inteiros, reais, etc), os interfaces de entrada/saída, etc. Outras medem tarefas específicas como o cálculo de polígonos, leitura e escrita de ficheiros ou operações sobre matrizes. O mais útil benchmark é o que é feito para medir uma só as tarefas típicas de um utilizador. Apesar de nenhum poder caracterizar o desempenho global, os resultados de vários benchmarks realisticos podem dar um valioso olhar sobre o desempenho real esperado. Os benchmarks devem ser cuidadosamente interpretados. Deve-se saber qual benchmark foi executado (nome, versão), exactamente em que configuração (CPU, memória, opções do compilador, número de utilizadores, periféricos, rede, etc) e como é que o mesmo se relaciona com o resto das tarefas do computador. Entre os benchmarks mais conhecidos estão o Whetstone, Dhrystone, Rhealstone, SPECmark e LINPACK.

BEST EFFORT
Classificação de tráfego de rede de baixa prioridade usado especialmente na Internet. Diferentes tipos de tráfego têm diferentes prioridades. A videoconferência e outros tipos de comunicações em tempo real, por exemplo, requerem um mínimo de largura de banda e de latência fixa, pelo que têm de ter maior prioridade. Já o correio eléctrónico, pode tolerar maiores períodos de latência e é classificado como um serviço best effort.

BEST FIT
Esquema de alocação de recursos (normalmente de memória). Best Fit tenta determinar o melhor local para guardar os novos dados. A definição de melhor pode diferir entre implementações, mas um exemplo pode ser tentar minimizar o espaço gasto no fim do bloco alocado, ou seja, usar o menor espaço que seja suficiente para o guardar. Minimizando o espaço gasto pode-se alocar mais dados às custas de rotinas de alocação mais demoradas.

BHC (BOSE CHAUDHURI HOCQUENGHEM CODE)
- ver: CRC
Técnica de detecção e correcção de erros baseada no CRC (Cyclic Redundancy Code), usada nas telecomunicações.

BIG ENDIAN
- ver: ENDIAN,MIDDLE-ENDIAN,LITTLE-ENDIAN
Arquitectura em que, numa representação numérica, o byte mais significativo tem o endereço menor.

BINÁRIO (BINARY)
- ver: HEXADECIMAL,OCTAL
(1) Sistema base de representação de dados de base 2 (só existem dois estados: 0 e 1). O computador representa os estados possíveis através da passagem de energia (o equivalente a 1) ou através da sua ausência (o equivalente a 0). (2)Qualquer formato de informação digital codificada numa sequência de bits. (3)Operador que aceita dois argumentos.

BIOS (BASIC INPUT OUTPUT SYSTEM)
- ver: ROM
Conjunto de rotinas pré-programadas e guardadas na ROM de cada computador, que gerem a interligação básica entre o sistema operativo os vários componentes do computador.

BIPS (BILLION INSTRUCTIONS PER SECOND)
Bilhões de instruções por segundo. Igual a GIPS.

BIT (BINARY DIGIT)
Unidade mínima da informação. Só pode ter dois valores: 0 e 1.

BIT DE PARIDADE (PARITY BIT)
Bit de controlo que permite descobrir erros de transmissão em vários outros bits. Representa um número par ou impar de 0 ou de 1s, conforme a técnica utilizada.

BITMAP
Representação de uma imagem ponto a ponto numa matriz de pixeis.

BIT STUFFING
Protocolo que garante que o receptor possa recuperar a sincronização com o relógio do remetente. Quando o fluxo de dados contém um grande número de bits adjacentes que não causam a transição do sinal, o receptor não pode manter a sincronização de recepção. Para eliminar a possibilidade de que isto aconteça, quando um determinado número de bits, sem transição de sinal, são transmitidos, um bit que causa a transição de sinal é inserido (stuffed) pelo remetente. O receptor segue o mesmo protocolo e remove o dito bit depois de um determinado número de bits iguais, mas usa-o para recuperar o relógio do remetente. A vantagem deste protocolo é que só um bit é inserido no fluxo de dados quando o mesmo falha nas transições de sinais necessários para a sincronização. Assim, quase 100% dos dados enviados são dados úteis. Em contraste, a transmissão assíncrona gasta um start bit e um ou mais stop bits por cada byte enviado.

BLOCO (BLOCK)
Unidade de dados, memória ou disco.

BLOG
Abrev. de Weblog

BLOGGER (1)
Abrev. de Weblogger

BLOGGER (2)
CMS desenvolvido pela empresa americana Pyra (entretanto adquirida pela Google), e que tem a particularidade de funcionar num servidor alheio de acesso gratuito, o que o tornou bastante popular entre webloggers sem conhecimento ou recursos para instalar um CMS no seu próprio servidor. Mais tarde complementado pelo serviço de alojamento gratuito Blogspot.

BLOGOESFERA
Palavra etimologicamente duvidosa que designa o subconjunto do ciberespaço - e, regra geral, um subconjunto da World Wide Web - cujos elementos são a totalidade dos weblogs. Termos alternativos de utilização menos corrente: 'blogoespaço', 'bloguiverso', 'bloguistão', 'blogolândia'.

BLO.GS
Serviço que lista todos os últimos weblogs actualizados, mediante o envio da parte destes de um sinal - o ping. Como bónus, este site possibilita ainda que o autor de um weblog crie uma blogroll no seu site ordenada pela ordem de actualização.

BLOGROACH
- ver: PARASITA

BLOGROLL
Lista contendo links para os weblogs recomendados pelo autor, normalmente presente numa coluna lateral do site.

BLOGSPOT
Serviço de alojamento de websites gratuito disponibilizado pela Pyra de forma a complementar o seu produto Blogger. A simplicidade do seu funcionamento tornaram-no incrivelmente popular, e segundo algumas estatísticas cerca de 75% dos weblogs portugueses utilizarão este serviço. Sofre no entanto de diversas deficiências e problemas de segurança, pelo devem sempre ser consideradas alternativas.

BLOGUE
Aportuguesamento da palavra 'blog' feito no espírito do polémico Dicionário da Academia. Os mais radicais defensores do Português deverão no entanto utilizar algo como 'redegisto'.

BLOGUERREIA
Do Inglês "blogorrhea": Escrita compulsiva que resulta numa quantidade anormal de posts, normalmente irrelevantes e desnecessários. Escrever por escrever.

BLOGUISTA (BLOGUEIRO OU BLOGADOR)
- ver: WEBBLOGGER
Aportuguesamentos de blogger (1)

BOLEANO (BOOLEAN)
Operadores lógicos que permitem as três operações básicas entre dados: E (and), Ou (or), Salvo (xor).

BOOKMARK
- ver: BROWSER;INTERNET
Marcador de endereços Internet que permitem ao utilizador voltar ao mesmo endereço sem ter de o procurar. É específico dos browsers.

BOOT
- ver: ROM,EPROM
(1)Inicialização do sistema operativo no computador. (2) Programa que está numa localização fixa do disco magnético, que é executado quando o computador é ligado ou reinicializado e que controla a fase seguinte de inicialização do sistema operativo. A inicialização e execução deste programa é controlado por hardware, via ROM ou EPROM. (3) Localização do programa que permite o arranque do computador (boot sector).

BPI (BITS PER INCH)
Medida de densidade de gravação numa dispositivo magnético (ex: disco rigido). Mede o número de bits por polegada de superfície.

BPS (BITS PER SECOND)
- ver: MODEM
Taxa de transmissão de dados sobre uma linha de comunicação. Por exemplo, a taxa de transmissão de um modem é medida em kilobits por segundo. Em 1996, a velocidade máxima de um modem nas linhas telefónicas era de 33.6 kilobits por segundo, o que perfaz 1024x33.6 bits por segundo (bps).

BRI (BASIC RATE INTERFACE)
- ver: RDIS
Um canal da RDIS que consiste em dois canais (B) de 64 kilobits por segundo para transferência de dados e mais um (D) de 16 kilobits por segundo para controlo e sinalização. O BRI proporciona um débito de 144 kilobits por segundo. Os canais B são usados para voz ou dados, enquanto que o canal D é usado para a sinalização e/ou encaminhamento de pacotes X.25. BRI é o interface de RDIS mais comum em residências.

BRIDGE
Dispositivo que interliga segmentos de rede adjacentes e que permite a transmissão de dados entre essas duas redes.

BROADBAND
- ver: BASEBAND
Meio de transmissão capaz de suportar uma variada gama de frequências, desdo o audio ao video. Pode transportar sinais múltiplos dividindo a capacidade total do meio em múltiplos canais com larguras de banda independentes onde cada um deles opera numa determinada gama de frequências.

BROADCAST
- ver: ETHERNET
Transmissão para múltiplos destinatários. Na Ethernet, um pacote broadcast é um tipo especial de pacote multicast que todos os nós da rede estão sempre dispostos a receber.

BROWSER
- ver: INTERNET
Programa ou aplicação que permite percorrer a Internet, visualizando páginas web, bem como fazer pesquisas na mesma. (ex: Netscape Navigator(r), Internet Explorer(r) e o Mosaic(r))

BSRAM (BURST SDRAM)
- ver: SDRAM
Tipo de SDRAM usada para a memória cache externa de nível 2.

BUFFER
(1) Área de memória usada para guardar mensagens. Normalmente, o buffer tem outros atributos como o ponteiro de escrita (onde os novos dados vão ser guardados), o ponteiro de leitura (de onde os dados vão ser lidos) e um contador do espaço usado ou livre. Os buffers são usados para permitir que os processos operem a velocidades diferentes em diferentes blocos de dados. Existem vários algoritmos para a utilização de buffers como o FIFO (first in first out), LIFO (last in first out) ou double buffering (onde é permitido ler de um buffer enquanto se escreve noutro). (2) Dispositivo electrónico que proporciona a compatibilidade entre dois sinais.

BUG
Erro de programação que altera o comportamento esperado da aplicação. O nome que lhe atribuimos (bug) tem origem nos insectos que entravam nos antigos computadores e que morriam queimados nos seus enormes componentes.

BUS
- ver: ISA,PCI,IDE,SCSI,AGP,EIDE,ULTRA DMA,CPU,PERIFÉRICO
Conjunto de condutores ligando várias unidades funcionais num computador. Existem buses dentro da CPU e que a ligam à memória externa e aos periféricos . O tamanho do bus, isto é, o número de conectores paralelos, determina o tamanho em bits do maior bloco de dados que pode transmitir. O tamanho do bus e o número de dados que pode transmitir por segundo são factores limitativos do desempenho do computador. A maior parte dos processadores actuais têm buses 32 bits, internos e externos. Alguns processadores têm buses internos que são maiores do que os externos (normalmente, o dobro), pois o tamanho do bus interno afecta a velocidade de execução de todas as operações e tem menos efeito sobre o custo total do sistema do que o tamanho dos buses externos.

BYTE
Unidade de informação que corresponde a oito bits.

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C ++
- ver: UNIX
Linguagem de programação criada em 1972 para a programação de sistemas e usada na imediata reimplementação do Unix. Devido à sua distribuição com o Unix, o C tornou-se imensamente popular nos anos 80 e ainda é a linguagem de programação dominante em aplicações para sistemas. A sua popularidade deve-se à sua simplicidade, eficiência e flexibilidade. Os programas escritos em C ++ são normalmente e fácilmente adaptáveis a novos ambientes.

CACHE
Pequena memória, geralmente rápida, que guarda dados recentemente acedidos, que foi desenhada para acelerar acessos posteriores aos mesmos dados. Normalmente é aplicada a acessos do processador à memória, mas também a acessos a dados locais sobre uma rede.

CALLBACK
Esquema usado em programas orientados por eventos onde o programa regista uma tarefa de callback para cada evento. O programa não chama a tarefa directamente, mas quando o evento ocorre, a mesma é autométicamente chamada com possiveis argumentos. Esquema de autenticação de utilizadores usado por alguns computadores que permitem serviços de dial-up. O utilizador liga-se ao computador (dial-up) e dá a sua identificação (login) e password. De seguida o computador termina a ligação e usa um modem de ligação automática para se ligar de novo ao telefone registado do utilizador. Assim, se uma pessoa não autorizada descobrir a password de um utilizador, o callback não vai para ele, mas sim para o dono da identificação que vai saber que alguém entrou na sua conta.

CAPI (COMMON ISDN APPLICATION PROGRAMMING INTERFACE)
- ver: RDIS
Estandardização de um interface de programação para aplicações que comunicam com uma placa RDIS.

CARDBUS
- ver: PCMCIA
Versão de 32 bits do bus PCMCIA.

CAS (COLUMN ADDRESS STROBE)
- ver: DRAM

Sinal enviado pelo processador (ou controlador da memória) para um circuito DRAM para indicar que os endereços são válidos.

CAV (CONSTANT ANGULAR VELOCITY)
Esquema onde a velocidade angular dos discos é constante. Isto significa que a velocidade linear do disco é maior quando se escreve ou lê nas pistas exteriores. A desvantagem deste modelo fica nessa diferença de velocidade de leitura e escrita entre pistas diferentes. No entanto, como a estabilidade mecânica põe um limite superior na velocidade angular (e não na velocidade linear), o potencial total do disco é usado.

CCD (CHARGE COUPLED DEVICE)
- ver: CHIP
Tecnologia de semicondutores usada para construir dispositivos electrónicos sensíveis e leves como câmaras e scanners. Estes dispositivos podem detectar quer cores ou apenas preto e branco. Cada chip CCD consiste numa matriz de células fotosensíveis que armazenam uma carga eléctrica proporcional à quantidade de luz captada.

CCITT (COMMITÉ CONSULTATIF INTERN. DE TELEGRAPHIQUE ET TELEPHONIQUE)
- ver: ITU-T
Comité consultivo internacional nas telecomunicações e telegrafia. O CCITT mudou o seu nome, em Março de 1993, para ITU-T.

CCS (COMMON COMMAND SET)
- ver: SCSI
Requerimentos adicionais e características para o acesso directo a dispositivos SCSI.

ccTLD
- ver: TLD


CD (COMPACT DISK)

- ver: CD-ROM,CD-AUDIO
Disco de 8 a 12 cm desenvolvido pela Sony(tm) e pela Philips(tm) que pode guardar, no disco, toda a gama de informação digital: dados, video e som. O mesmo processo de fabricação é usado para os CD-AUDIO e os CD-ROMs para a salvaguarda de dados informáticos, cuja diferença entre si é o dispositivo de leitura do disco.

CD-AUDIO (COMPACT DISK AUDIO)
- ver: CD-ROM
CD-ROM com uma capacidade 74 minutos de som de alta fidelidade e tem uma velocidade de leitura de 172 kilobytes por segundo.

CD-I (COMPACT DISK INTERACTIVE)
- ver: CD-ROM
CD-ROM com uma aplicação que permite ao utilizador uma iteração limitada com filmes, jogos e aplicações educacionais via um controlador especial.

CD-R (COMPACT DISC RECORDABLE)
- ver: CD-ROM,CD-RW
Versão de escrita única do CD-ROM. Os CD-Rs podem guardar cerca de 640 megabytes de informação. São muito duráveis e podem ser lidos em qualquer leitor de CD-ROM normais, mas quando a informação fôr escrita não existe maneira de a alterar ou apagar.

CD-ROM (COMPACT DISC READ ONLY MEMORY)
- ver: CD-AUDIO,CD-ROM
Meio óptico de armazenamento de dados que usa o mesmo formato físico dos CD-AUDIO, legível por um computador com um leitor de CD-ROMs. CD-ROM é popular para a distribuição de grandes bases de dados, software e, especialmente, aplicações multimédia. O máximo de capacidade é de 640 megabytes de dados. Os leitores de CD-ROM são comparados com a velocidade leitura de um CD-AUDIO (1x ou uma velocidade = 172 kilobytes por segundo). Um leitor de CD-ROM com 20 velocidades (20x) tem uma velocidade de leitura vinte vezes superior a um leitor de CD-AUDIO (20x172 = 3440 kilobytes por segundo teóricos). Mas, acima das doze velocidades começa a haver um problema de vibração e calor devido à natureza da velocidade angular constante do leitor. Assim, o aumento de velocidade de um leitor de vinte velocidades sobre um de 12 é de apenas 20/12. Os leitores de CD-ROM podem ser ligados a um interface IDE, SCDI ou a um interface proprietário. A grande maior parte dos leitores de CD-ROMs podem ainda ler CD-AUDIOs.

CD-RW (COMPACT DISC READ/WRITE)
- ver: CD-ROM,CD-R
Versão de escrita múltipla do CD-ROM. Os CD-RWs têm a mesma capacidade dos CD-R, mas permitem a alteração da informação existente. Só podem ser lidos ou escritos em leitores de CD-ROM que tenham essa permissão (gravadores de CD ou CD-RW). Esses leitores permitem ainda a gravação e leitura dos CD-R.

CDDI (COPPER DISTRIBUTED DATA INTERFACE)
- ver: FDDI
FDDI sobre cabos de cobre convencionais. Todas as ligações FDDI (single-attached ou dual-attached) podem ser sobre fibra óptica ou cobre.

CDPD (CELLULAR DIGITAL PACKET DATA)
Estandardização que proporciona a transmissão de dados em dois sentidos, a 19 kilobits por segundo sobre os telefones celulares.

CELERON
Nome da nova familia dos microprocessadores da Intel(tm).

CÉLULA (CELL)
- ver: PACOTE
O equivalente a pacote nas redes ATM.

CENTRONICS
Interface paralelo para impressoras, encontrado em muitos computadores.

CGA (COLOR GRAPHICS ADAPTER)
Uma das primeira estandardizações da hardware gráfico da IBM(tm). O CGA tem uma resolução de 80x25 ou 40x25 caracteres em 16 cores, gráficos de 640x200 pixeis em duas cores e 320x200 em quatro cores. Actualmente já está obsoleto.

CGI (COMMON GATEWAY INTERFACE)
- ver: HTTP,INTERNET,PERL,PHP
Estandardização para a execução de programas externos de um servidor HTTP (Internet). O CGI especifica como se procede à passagem de argumentos para programas executáveis como parte do pedido HTTP. Define também um conjunto variáveis ambiente. Habitualmente, o programa vai gera código HTML que vai ser devolvido ao browser, mas também pode pedir o reencaminhamento de endereços (URL). CGI permite que o código HTML devolvido (ou outro tipo de documento) depender, de alguma maneira, do pedido inicial. O programa CGI pode, por exemplo, aceder a informação de uma base de dados e formatar os resultados em HTML. O programa CGI pode se qualquer programa que possa aceitar argumentos. Actualmente, o PERL é uma escolha natural para a escrita de CGIs. Alguns servidores HTTP requerem que os programas CGI estejam em directórios especiais (normalmente '/cgi-bin'), mas servidores mais avançados permitem distinguir os mesmos para que possam ser guardados nos mesmos directórios dos ficheiros HTML com eles relacionados.

CHAP (CHALLENGE-HANDSHAKE AUTHENTICATION PROTOCOL)
- ver: PPP
Esquema de autenticação usado pelos servidores PPP para a validação da identidade do originador da ligação durante a mesma. O CHAP aplica um procedimento de handshaking em três vias. Logo após da ligação ser estabelecida, o servidor envia uma mensagem de desafio (challenge). O originador responde com um valor calculado usando uma função definida. O servidor verifica a resposta contra o seu próprio resultado e, caso sejam idênticos, a autenticação é validada. No caso contrário, a ligação é terminada. O CHAP proporciona a protecção contra ataques através do uso de um identificador incrementável e uma valor de desafio variável. A autênticação pode ser repetida em qualquer altura enquanto a ligação está activa, limitando a tempo de exposição a um simples ataque. Para além disso, o servidor é o único que controla a frequência e temporização dos desafios. Assim, o CHAP proporciona maior segurança do que o PAP.

CHAT
- ver: IRC
Sistema que permite a qualquer número de utilizadores uma conversação on-line em tempo real através do teclado pela ligação de todos os utilizadores ao mesmo computador ou, mais frequentemente, via rede. Um exemplo é o conhecido IRC.

CHECKSUM
Valor calculado que depende do conteúdo de um bloco de dados que é transmitido ou guardado com o mesmo para a detecção da sua eventual corrupção. O sistema receptor volta a calcular o valor baseando-se nos dados recebidos e compara-o com o valor enviado com os dados. Se os dois valores são iguais, o receptor sabe que os dados foram recebidos correctamente.

CHIP
Circuito integrado.

CHIPSET
Conjunto de circuitos integrados que foram desenhados para serem usados juntos numa determinada tarefa.

CIBERESPAÇO (CYBERSPACE)
"Uma alucinação consensual vivida quotidianamente em toda a legalidade por dezenas de milhares de operadores em todos os países, por crianças aos quais ensinam conceitos matemáticos." "Uma representação gráfica de dados extraídos dos computadores. Uma complexidade impensável. Traços de luz disponíveis no não-espaço do espírito, massas, constelações de dados, tal como se fossem luzes de uma cidade visível à distância." William Gibson, Neuromance

CIBERNÉTICA (CYBERNETICS)
Estudo comparativo do funcionamento interno de processos orgânicos e mecânicos para a percepção das suas diferenças e parecenças. A cibernética refere-se, normalmente, à imitação do comportamento humano.

CICLO (CYCLE)
Unidade básica de computação; um período do relógio interno do computador. Normalmente o termo é associado a instruções, pois a execução de uma instrução demora um certo número de ciclos de relógio.

CILINDRO (CYLINDER)
Conjunto das pistas num disco com múltiplas cabeças de leitura/escrita que podem ser acedidas sem o movimento das mesmas. Ou seja, a colecção de pistas que estão à mesma distância do centro do disco. O armazenamento de dados que são normamente acedidos em conjunto num cilindro reduz o tempo de acesso significativamente, pois o movimento das cabeças de leitura/escrita é mais lento quando comparado à rotação dos discos e a troca entre cabeças.

CISC (COMPLEX INSTRUCTION SET COMPUTER)
Processador onde cada instrução pode executar várias operações de baixo nível como acessos à memória, operações aritméticas ou cálculo de endereços. (Ex: Intel80186(tm) até ao Intel486(tm), Pentium(tm))

CLASSE (CLASS)
(1) Protótipo para um objecto numa linguagem orientada a objecto. Uma classe pode ser considerada como um conjunto de objectos que partilham uma estrutura e comportamento comum. A estrutura da classe é determinada pelas suas variáveis que representam o estado do objecto e o comportamento é dado pelo conjunto de métodos associados à classe. As classes são relacionadas numa hierarquia. Uma classe pode ser uma especialização (subclasse) de outra (superclasse), pode ser composta por outras classes ou apenas usá-las numa relação cliente/servidor. A classe pode ser abstracta ou concreta. (2) Um dos três tipos de endereços da Internet distinguida pelos bits mais significativos.

CLIENTE (CLIENT)
Sistema ou processo que pede um serviço de outro computador ou processo (servidor) usando um protocolo e que aceita as respostas do mesmo. Um cliente é parte da arquitectura cliente/servidor.

CLIENTE/SERVIDOR (CLIENT/SERVER)
Forma comum dos sistemas distribuídos em que o software está dividido entre tarefas de um servidor e tarefas de um cliente. Um cliente envia um pedido ao servidor, de acordo com um protocolo, a pedir informações ou acções às quais o mesmo responde. É análogo a um cliente que envia um pedido a um fornecedor. O fornecedor, por sua vez, analisa o pedido e emite uma resposta. O pedido e a resposta são parte do protocolo usado nesta comunicação. Pode haver um servidor centralizado ou vários distribuidos. Este modelo permite uma localização arbitrária na rede aos clientes e servidores, possivelmente em diferentes configurações de hardware e sistemas operativos (ex: servidores mais rápidos com clientes mais baratos).

CMYK (CYAN MAGENTA YELLOW BLACK)
- ver: RGB
Sistema para a descrição das cores, pela quantidade de cada cor secundária (cyan, magenta e amarelo) em conjunção com o preto. O sistema CMYK é usado para a impressão. Para a mistura de pigmentos, é melhor usar as cores secundárias, pois elas misturam-se subtractivamente em vez de aditivamente. As cores secundárias da luz são cyan, magenta e amarelo, que correspondem às cores primárias dos pigmentos (azul, vermelho e amarelo). Para além disso, apesar do preto poder ser obtido misturando as três em iguais proporções, na impressão a quatro cores ele tem sempre a sua própria tinta. O K significa preto (blacK) para não causar confusão com o B em RGB. Sistemas alternativos são o RGB e o HSV.

CMS (CONTENT MANAGEMENT SYSTEM)
Software que simplifica a edição e a manutenção de um site. Existe um grande número de CMS dedicados aos weblogs, como o Blogger, o Movable Type, o Textpattern ou o Pmachine.

COAXIAL
Tipo de cabo com um condutor central envolvido num isolador que, por sua vez, é envolvido num escudo cilíndrico de fios. É usado para transportar sinais de altas frequências como o video e o rádio. O escudo é, usualmente, ligado à terra para reduzir a interferência eléctrica.

CODEC (CODER/DECODER)
Circuito integrado ou outro dispositivo electrónico que combina os circuitos necessários à conversão de sinais digitais de e para sinais analógicos.

COLISÃO (COLISION)
- ver: CSMA/CD
Quando dois servidores transmitem na mesma rede causando uma colisão de pacotes e consequente corrupção dos dados enviados. Assim que os servidores detectam a colisão, os mesmo tantam reenviar os dados sem que haja nova colisão, usando protocolos específicos (ex: CSMA/CD).

COMPATIBILIDADE (COMPATIBILITY)
Sistemas diferentes (programas, ficheiros, protocolos, etc) que podem trabalhar juntos ou que podem trocar dados são sistemas compatíveis.

COMPILADOR (COMPILER)
- ver: ASSEMBLY,ASSEMBLER
Programa que converte outro de uma linguagem de programação para o código máquina. Alguns compiladores convertem o código para código assembly e, através de outro programa (o assembler), convertem o código assembly em código máquina. Um compilador é diferente de um assembler, pois cada expressão de entrada de dados não corresponde, geralmente, a outra instrução máquina ou a uma sequência fixa de instruções. Um compilador pode suportar características como a alocação automática de variáveis, expressões aritméticas arbitrárias, estruturas de controlo, operações de entrada/saída e portabilidade do código.

COMPRESSÃO (COMPRESSION)
Codificação de dados para poupar espaço de armazenamento ou tempo de transmissão. Apesar dos dados já estarem codificados sob a forma digital para o seu processamento em computadores, podem ser codificado mais eficientemente usando menos bits.

COMPUTADOR (COMPUTER)
Máquina que pode ser programada para manipular simbolos. Os computadores podem executar rapidamente tarefas complexas e repetitivas com fiabilidade e precisão. Pode também armazenar e procurar rápidamente grandes quantidades de dados. Os componentes físicos de que o computador é construido (circuitos electrónicos e dispositivos de entrada/saída) são conhecidos como o hardware. A maior parte dos computadores têm quatro tipos de componentes de hardware: CPU, entrada, saída e memória. A CPU (central processing unit) executas programas (software) que dizem ao computador as tarefas que tem de executar. Os dispositivos de entrada e de saída permitem ao computador a comunicação com o utilizador e com o mundo exterior. Quanto à memória, existe em diferentes tipos - rápida, cara e temporária (ex: RAM), e mais lenta, barata e permanente (ex: discos rígidos) para o armazenamento de programas e dados entre tarefas.

CONTROLE DE FLUXO (FLOW CONTROL)
- ver: PROGRAMA
Sequência de execução de instruções num programa. É determinada em plena execução pelos dados de entrada e pelas estruturas de controlo (ex: instrução if) usadas no programa.

COOKIE
Identificação de transacção ou outro testemunho de acordo entre programas cooperativos. O recibo de uma lavandaria é o perfeito exemplo de uma cookie, pois é o que permite identificar uma transação passada (ao ir buscar a roupa mais tarde).

COPROCESSADOR (COPROCESSOR)
- ver: CPU
Qualquer processador que assiste o processador principal (CPU) na execução de tarefas específicas. Usualmente, o coprocessador é mais rápido a executar essas tarefas do que a CPU a fazê-lo em software. O coprocessador muitas vezes descodifica as instruções em paralelo com o processador principal e executa apenas as instruções que lhe são dirigidas.

COPYRIGHT
Direitos exclusivos, por parte de um dono de um trabalho, sobre a cópia, quer seja da totalidade do trabalho ou só do seu conteúdo, e posterior distribuição ou exposição pública. Qualquer trabalho (incluindo o software) está protegido se está marcado com um sinal de copyright. O dono do copyright é a pessoa ou empresa cujo nome aparece no sinal de copyright. O sinal de copyright tem três partes. A primeira pode ser um 'c' com um circulo a rodeá-lo ((c)), ou a palavra 'copyright', ou ainda a sua abreviação 'copr'.

COR (COLOR)
- ver: RGB,CMYK
As cores são usualmente representadas como triplos de RGB (vermelho, verde e azul). Uma imagem a cores é representada como três imagens separadas; uma para o vermelho, outra para o verde e a última para o azul. Cada pixel pode, ainda, codificar a cor como uma combinação dessas três cores básicas. A impressoras podem usar as representações CMYK ou Pantone, bem como o RGB.

CPU (CENTRAL PROCESSING UNIT)
- ver: CPU,PERIFÉRICOS
Parte do computador que controla todos os outros componentes. A CPU vai buscar as instruções à memória e descodifica-as. Isto pode causar a transferência de dados de e para a memória ou a activação de periféricos para tarefas de entrada/saída de dados. Um computador paralelo tem várias CPUs que podem partilhar outros recursos como a memória ou periféricos.

CRACKER
Pessoa, não autorizada, que tente aceder a um sistema alheio, provavelmente, para proveito próprio ou com intenções maliciosas.

CRC (CYCLIC REDUNDANCY CHECK)
Número derivado de, e guardado ou transmitido com, um bloco de dados para a detecção de corrupção dos mesmos. Recalculando o CRC e comparando-o com o valor originalmente transmitido, o receptor pode detectar alguns tipos de erros de transmissão. O CRC é redundante, pois não adiciona nenhuma informação. Um só bit corrompido nos dados resulta numa mudança de um bit do CRC, mas múltiplos bits corrompidos podem anular o efeito de erros entre si. Os pacotes Ethernet levam um CRC de 32 bits. Muitos formatos de discos incluem o CRC em algum nível.

CROSSTALK
Interferência causada pela dois sinais devido à influência electroestática ou electromagnética des respectivos condutores. O crosstalk pode ser reduzido através do uso de condutores blindados ou aumentando a distância entre dos mesmos.

CSMA/CD (CARRIER SENSE MULTIPLE ACCESS / COLLISION DETECT)
- ver: ETHERNET
Protocolo de nível de rede usado na Ethernet. Os nós esperam até haver silêncio na rede antes de transmitir e, enquanto o fazem, verificam a mesma. Se dois nós transmitem ao mesmo tempo os dados são corrumpidos, o que é detectado pelos mesmos. Os mesmos nós continuam a transmitir até todos os nós da rede detectarem a colisão. Quando isso acontece, os nós transmissores esperam um tempo aleatório antes de começar a transmissão para minimizar a chance de outra colisão.

CSS (CASCADING STYLE SHEETS)
- ver: PROTOCOLO OFICIAL
Linguagem que, regra geral, descreve o aspecto gráfico (exemplo: tipografia) de qualquer página em HTML recente.
 

CSV (COMMA SEPARATED VALUES)
Formato de ficheiros usados como uma representação portátil de bases de dados. Cada linha é um registo e os respectivos campos estão separados por vírgulas. As vírgulas podem ser seguidas de qualquer número de espaços ou caracteres de tab, que posteriormente vão ser ignorados. Se um campo inclui uma vírgula, então todo o seu conteúdo deve estar de dentro de aspas (").

CURSOR
Marca distinta num visor que indica que novo texto vai ser introduzido via teclado. O cursor move-se com a introdução de texto e, em quase todos os editores modernos, pode ser movido de trás para a frente dentro de um documento pelo utilizador.

CWIS (CAMPUS WIDE INFORMATION SYSTEM)
Informações e serviços públicos disponíveis em universidades via quiosques iterativos e outras aplicações iterativas (CWIS), possivelmente sobre as redes das mesmas. Os serviços incluem, normalmente, informação relacionada com os estudantes, calendários, bases de dados, etc.

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DAA (DISTRIBUTED APPLICATION ARCHITECTURE)
Arquitectura distribuida em desenvolvimento pela Hewlett-Packard(tm) e pela Sun(tm). O objectivo é um ambiente distribuido de gestão de objectos independente do sistemas operativo, da rede ou do sistema de iteração com o utilizador.

DAC (DIGITAL TO ANALOG CONVERTER)
Dispositivo que converte valores digitais em voltagens (sinais analógicos).

DAC (DIGITAL TO ANALOG CONVERTER)
Números, caracteres, imagens ou outros métodos de gravação, numa forma que possa ser acedida por um humano, introduzida, armazenada e processada num computador ou, ainda, transmitida num canal digital. Os dados sozinhos não têm significado. Só quando são interpretados por qualquer tipo de sistema de processamento de dados é que tomam o estatuto de informação. Por exemplo, o número 1234567.89 é um simples dado. Mas se é o saldo da conta bancária de alguém, já é em informação. As pessoas ou computadores podem achar padrões nos dados para conseguir perceber a informação, e essa informação pode ser usada para aumentar o conhecimento. Já que o conhecimento é um pré-requisito da sabedoria, queremos sempre mais dados e informações. Mas, enquanto que a sociedade se dirige para um excesso de informação, precisamos de achar melhores maneiras de a padronizar. (dado) 123454657.89 (informação) "O saldo subiu 8087% e está em 1234567.89 escudos" (conhecimento) "Ninguém me deve tanto dinheiro" (sabedoria) "É melhor falar com o banco antes de gastar o dinheiro, para que não me aconteça o que aconteçeu aos outros"

DAEMON (DISK AND EXECUTION MONITOR)
Programa que não é invocado explicitamente, mas jaz dormente à espera da ocorrência de alguma/s condição/ões. O provocador da dita condição não sabe, normalmente, que existe um daemon que ocupado com uma tarefa que ele mesmo despoletou. Por exemplo, quando o utilizador decide escrever para impressora, é invocado um daemon que lhe vai fazer o que pediu. A vantagem deste programa é a de esconder os detalhes de programação do sistema, deixando ao utilizador fazer apenas pedidos implicitos, enquanto que o daemon decide o que fazer e como o fazer.

DAISY CHAIN
Esquema de um bus em que , por exemplo, o dispositivo A está ligado ao dispositivo B, que, por sua vez, está ligado ao dispositivo D, etc. O último dispositivo é, normalmente, ligado a uma resistência (ou terminador). Todos os dispositivos podem receber sinais idênticos ou, em contraste com o bus único, cada dispositivo pode modificar um ou mais sinais antes de o passar ao próximo.

DAT (DIGITAL AUDIO TAPE)
Formato para o armazenamento de música numa fita magnética, desenvolvida a meio dos anos 80 pela Sony(tm) e pela Philips(tm). Enquanto que os CDs popularizavam a música digital, a necessidade de um formato de gravação parao público aumentava. O problema da música digital é que obriga a ter mais de 5 megabytes de dados por minuto sem a correcção de erros e a informação suplementar. Antes do DAT, a única maneira de gravar digitalmente era através do uso do video ou outro dispositivo do mesmo tipo.

DAT (DYNAMIC ADDRESS TRANSLATION)
- ver: SISTEMA OPERATIVO,MEMÓRIA VIRTUAL
Conversão de endereços virtuais em endereços físicos. Normalmente, essa conversão é levada a cabo pela unidade de gestão de memória e pelo sistema operativo que suporte memória virtual.

DATA MART
- ver: DATA MINING,DATA WAREHOUSE
Tipo de data warehouse desenvolvida para analisar uma necessidade de uma função específica ou de um departamento, o que se opõe à primeira que é tradicionalmente usada para as necessidades da organização de um ponto de vista empresarial. A data mart usa, ainda, a sumarização dos dados para aumentar o desempenho da procura.

DATA MINING
- ver: DATA MART,DATA WAREHOUSE
Análise de dados de uma base de dados usando ferramentas que procuram padrões e anomalias sem o conhecimento do significado dos mesmos.

DATA STRIPING
- ver: RAID
Segmentação lógica de dados sequenciais, como um ficheiro, para que os segmentos possam ser escritos em múltiplos dispositivos físicos (normalmente discos rígidos). Esta técnica é útil se o processador é capaz de ler ou escrever dados mais rápidamente do que um disco único. Enquanto se transfere dados do primeiro disco, o segundo disco pode procurar o próximo segmento. É, normalmente, utilizado em dispositivos RAID e em outros do mesmo tipo.

DATA WAREHOUSE
- ver: DATA MART,DATA MINING
Termo genérico para um sistema de armazenamento, procura e de gestão de grandes quantidades de qualquer tipo de dados. O software da data warehouse muitas vezes inclui técnicas de compressão sofisticada e hashing para procuras rápidas, assim como filtragem avançada. A base de dados, muitas vezes remota, que contêm recentes vistas sobre os dados cormporamentais. Planificadores e pesquisadores usam esta base de dados sem se preocupar em tornar mais lentas as operações do dia-a-dia da base de dados original destinada à produção.

DB-25
- ver: RS-232,SÉRIE
Conector estandardizado de 25 pinos usado no RS-232 para a comunicação em série.

DB-9
- ver: RS-232,SÉRIE
Conector estandardizado de 9 pinos usado no RS-232 para a comunicação em série (em vez do DB-25).

DBMS (DATABASE MANAGEMENT SYSTEM)
- ver: BASE DE DADOS
Conjunto de programas que gerem grandes quantidades de conjuntos de dados, oferecendo, ao utilizador, ferramentas para esse fim. São muito usadas em aplicações com fins comerciais. DBMS pode ser um conjunto de programas extremamente complexo, pois controla a organização, armazenamento e procura dos dados (campos, registos, e ficheiros) numa base de dados. Controla, ainda, a segurança e integridade da mesma.

DCC (DIRECT CLIENT TO CLIENT PROTOCOL)
- ver: IRC
Protocolo IRC para permitir aos utilizadores uma conversação privada e o envio e recepção de ficheiros directamente em vez de através dos servidores IRC. O DCC protege os utilizadores do controle por parte dos operadores do servidor IRC. Também permite o uso mais eficiente da largura de banda disponível, pois os dados não necessitam de ser distribuidos por todos os utilizadores para chegar apenas a um.

DCE (DATA COMMUNICATION EQUIPMENT)
- ver: DTE,MODEM
Dispositivos e ligações de uma rede que interliga o circuito de comunicação entre o originador da transmissão e o destinatário da mesma (DTEs - Data Terminal Equiment). O mais conhecido DCE é o modem. Antes de se transmitir os dados através do modem, o sinal DTR (Data Terminal Ready) tem de estar activo. Se sim, então o DTR diz ao DCE que os DTEs (origem e destino) estão prontos a transmitir/receber dados.

DCE (DISTRIBUTED COMPUTING ENVIRONMENT)
- ver: ARQUITECTURA
Arquitectura que consiste na de interfaces estandardizados, convenções e funcionalidades dos servidores (ex: sistema de ficheiros distribuido), remote procedure call, etc) através de uma rede de computadores heterogéneos. O DCE é promocionado e controlado pela OSF (Open Software Foundation).

DDS (DIGITAL DATA SERVICE)
Classe de serviço oferecida pelas companhias de telecomunicação para a transmissão de dados digitais em oposição à voz.

DEADLOCK
Situação onde dois ou mais processos são incapazes de continuar a execução, pois cada um está à espera que outro faça algo. Um exemplo comum é um programa que comunica com um servidor que pode estar à espera da resposta de outro servidor, que, por sua vez, está à espera de outra resposta do primeiro. Como nenhum resolve nenhuma das suas tarefas, nenhum se move de onde está, ou seja, estão em deadlock.

DÉBITO
Quantidade máxima de informação que um dispositivo pode transmitir por unidade de tempo (normalmente em bit por segundo).

DESCRIPTOR
Um inteiro, uma string ou outro valor pequeno que se refere a um de vários objectos alocados para um programa pelo sistema operativo. Um exemplo comum é o do descriptor de ficheiros do Unix que é um inteiro que identifica o canal de E/S (entrada/saída).

DESENVOLVIMENTO (DEVELOPMENT)
- ver: SOFTWARE
Processo de análise, desenho, codificação e teste de software.

DETERMINÍSTICO (DETERMINISTIC)
Sistema onde a evolução temporal pode ser prevista exactamente.

DEVICE DRIVER
- ver: HARDWARE,SISTEMA OPERATIVO,KERNEL
Software que controla um componente de hardware ou dispositivo periférico de um computador (ex: disco rígido ou impressora). Um device driver é responsável pelo acesso aos registos do hardware do dispositivo e, normalmente, inclui um gestor de para a resolução interrupções geradas pelo mesmo. Os device drivers são parte de nível mais baixo do kernel do sistema operativo. Alguns sistemas mais recentes incluem device drivers que podem ser instalados através de ficheiros no arranque do sistema operativo.

DHCP (DYNAMIC HOST CONFIGURATION PROTOCOL)
- ver: TCP/IP
Protocolo introduzido pela Microsoft(tm) nos seus servidores NT (versões 3.5 e superiores) em 1994. Este procolo proporciona meios de alocação dinâmica de endereços IP a computadores que estão em redes locais com o Microsoft Windows(r). O administrador do sistema define uma gama de endereços IP para o DHCP e cada computador cliente da rede tem o seu software TCP/IP configurado para pedir ao mesmo (DHCP) um endereço IP. O processo de atribuição de endereços usa um conceitos de empréstimo com um periodo de tempo controlável.

DHSD (DUPLEX HIGH SPEED DATA)
- ver: DUPLEX,FULL-DUPLEX
Canal full-duplex que pode transportar 64 kilobits por segundo.

DHTML (DYNAMIC HTML)
- ver: HTML
Extensão do HTML que dá maior controle sobre a disposição dos elementos da página. Permite, ainda, páginas web que interagem com o utilizador sem ter de comunicar com o servidor. O DHTML foi criado pela Microsoft(tm) e pode ser interpretado no Internet Explorer 4.0(r) e no Netscape Navigator 4.0(r), apesar da Microsoft(tm) e da Netscape(tm) discordarem do seu modo de implementação.

DIGITALIZAÇÃO (DIGITALIZATION)
Operação que transforma dados analógicos em dados digitais.

DIAGRAMA DE FLUXO (FLOW DIAGRAM)
Notação gráfica usada para descrever o modo como os dados fluem entre os processos num sistema. É uma importante ferramente na maior parte das técnicas de análise estruturada.

DIALUP
- ver: MODEM
Ligação temporária entre sistemas sobre a linha telefónica, usando um modem.

DIMM (DUAL IN-LINE MEMORY MODULE)
- ver: SIMM
Pequenas placas que incluem circuitos integrados de memória com conectores de sinal e energia em ambos os lados, em contraste com os SIMMs (Single In-Line Menory Modules). Os conectores individuais dos SIMMs são ligados ao mesmo chip de memória, apesar de estarem em ambos os lados do mesmo. Num DIMM, as ligações em cada lado do módulo ligam a diferentes chips. Esta característica permite que exista um maior bus de dados, pois mais módulos podem ser acedidos ao mesmo tempo. O formato dos DIMMs de 8 bytes com contactos em ambos os lados podem acomodar chips DRAM (Dynamic RAM) com 4 e 16 megabits, e é previsto que aumente para dispositivos de 64 e 256 megabits. Os DIMMs de 8 bytes contêm 32 megabytes de memória usando DRAMs de 16 megabits. Com a futura geração de DRAMs com 256 megabits, essa capacidade vai aumentar para configurações de 64-Mx64 megabits. Outra variação é o SO-DIMM de 72 conectores, que foi desenhada para a ligação directa a buses de 32 bits e cuja intenção principal é o uso em aplicações de expansão de memória em computadores portáteis. Os DIMMs usam um bus de dados de 128 bits através de interleaving e ciclos de acesso à memória alternados. Em contraste, os SIMMs (usados na maioria da indústria dos PCs) só usam um bus de dados de 64 bits. Os grandes fornecedores de hardware estão de acordo na ideia que o DIMM vai substituir o SIMM como o módulo de memória preferida.

DIRECTÓRIO (DIRECTORY)
Nó num sistema de ficheiros hierárquico que contem zero ou mais nós - geralmente, ficheiros e/ou outros directórios.

DIRECT X
Interface de programação da Microsoft(tm) para o Windows95(r). O DirectX permite aos programadores de jogos uma maneira estardadizada para obter o acesso directo a funções melhoradas do hardware sem passar pelo GDI do Windows95(r). Assim, o código do DirectX é, normalmente, mais rápido do que o equivalente em MS-DOS(r). O DirectX proporciona um aumento do desempenho gráfico (a duas ou três dimensões) e sonoro dos jogos. Aumenta, também este desempenho no suporte de video e na sua utilização da rede. Mas, este aumento do desempenho só existe quando o software e o hardware suportam o DirectX.

DRIVE (DISK DRIVE)
Dispositivo periférico que lê e escreve em discos rígidos ou disquetes. A drive contém um motor para a rotação do disco a uma taxa constante e uma ou mais cabeças de leitura/escrita que se posicionam sobre as pistas desejadas. Contém, ainda, componentes electrónicos para amplificar os sinais das cabeças de leitura/escrita para os niveis digitais normais (e vice versa). Para que a drive começe a ler ou escrever num dado local, a cabeça de leitura/escrita tem de ser posicionada, radialmente, na pista correcta e, rotacionalmente, no sector correcto. O movimento radial é conhecido como a "procura" (seek) e é o que causa a maior parte do barulho intermitente ouvido durante a actividade do disco. Normalmente, só existe uma cabeça de leitura/escrita para cada superfície do disco e todas elas se movem conjuntamente. O conjunto de locais que estão acedíveis pelas cabeças, numa posição radial, são conhecidos como "cilindros". O tempo de procura (seek time) é o tempo gasto na procura de um determinado cilindro. O disco está constantemente em rotação (excepto em algumas drives de disquetes, onde o motor é desligado entre acessos para reduzir o consumo de energia) para que o posicionamento das cabeças no sector corresto seja uma questão de esperar que ele se posicione debaixo das cabeças. Com um só conjunto de cabeças de leitura/escrita, esta latência rotacional vai ser, em média, metade de uma revolução do disco, mas algumas drives maiores têm múltiplos conjuntos de cabeças espaçadas em iguais ângulos à volta do disco. Se a procura e a rotação forem independentes, o tempo de acesso é igual ao tempo de procura somado com a latência rotacional. Quando se acede a várias pistas sequencialmente, os dados são, por vezes, arranjados de forma que quando o tempo de procura de uma pista para a próxima chegou ao fim, os discos já rodaram o suficiente para começar o acesso à próxima pista.

DITHERING
Técnica usada em computação gráfica para a criação de cores e sombras adicionais retiradas de uma palette, através da dispersão de pixeis de diferentes cores. Num sistema gráfico monocromático, as àreas de cinzento são criadas variando as proporções de pixeis pretos e brancos. Nos sistemas gráficos coloridos, as cores e texturas são criadas através da variação das proporções das cores existentes. As diferentes cores podem ser ou distribuidas aleatóriamente ou regularmente. Quanto mais resolução existe, mais suaves vão parecer as cores criadas no dithering. O dithering é usado para criar padrões para usar como fundo, recheio ou sobreado, bem como para a criação de halftones para impressão. É, também, usado no anti-aliasing para que as linhas recortadas pareçam mais suaves no ecrã.

DMA (DIRECT MEMORY ACCESS)
- ver: CPU,BUS,MEMÓRIA
Facilidade de algumas arquitecturas que permite a um periférico a leitura e escrita na memória sem a intervenção da CPU. O DMA é uma forma limitada de gestão do bus.

DNP (DO NOT PRINT)
- ver: DNQ

DNQ (DO NOT QUOTE)
Sigla utilizada quando o autor de um post não deseja que este seja citado ou reproduzido na totalidade por outro blogger.

DNS (DOMAIN NAME SYSTEM)
- ver: INTERNET,SERVIDOR
Serviço replicado e distribuído de uso generalizado usado na Internet para a tradução de nomes de servidores em endereços Internet. O DNS pode ser configurado para o usar uma sequência de nomes de servidores baseados nos domínios existentes no nome do servidor que se procura, até que o encontre.

DOMÍNIO (DOMAIN)
- ver: TDL,URL,WWW
Na Internet, o domínio é usualmente referido como um grupo de computadores cujos nomes partilham um sufixo comum - o nome do domínio ou raízes de um URL.
Alguns exemplos: ex.1:maquina1.dei.uc.pt, maquina2.dei.uc.pt; ex.2: www.sapo.pt; ex.3 www.
asseptic.org; ex.4: www.us.com; ex.5:www.blog.net; ex6: www.portugal.gov;
Dependendo do TLD, pode ser possível a um indivíduo registar um domínio, um processo normalmente semelhante a um aluguer. Qualquer pessoa pode registar domínios .com, .net e .org que custam cerca de 75 dólares por cada período de dois anos (embora alguns concessionários tenham preços mais baratos). Certos países limitam o registo de domínios do seu ccTLD a cidadãos nacionais, outros como o Reino Unido instauraram uma metodologia própria (permitindo apenas o registo de subdomínios de .co.uk, .org.uk, etc, sendo o primeiro aberto a cidadãos não-nacionais), e outros como Portugal tornaram o processo de registo em ".pt" bastante burocrático, quando um registo sob ".com" custa o mesmo preço e só exige um cartão de crédito.

DOS (DISK OPERATING SYSTEM)

Sistema operativo, criado pela IBM(tm), que inclui facilidades de armazenamento de ficheiros em disco.

DOT PITCH
- ver: RGB
Distância entre um ponto e outro ponto da mesma côr (RGB). O dot pitch é, normalmente, entre 0.28 e 0.51 mm, mas grandes monitores de apresentação podem elevar este valor até 1 mm. O mais pequeno dot pitch, melhor a imagem. Um dot pitch d 0.31 ou menos, proporciona uma imagem com muita qualidade, especialmente em texto.

DOWNLOAD
- ver: PERIFÉRICO,COMPUTADOR
Transferência de dados ou, especialmente, de código de um computador para outro. A distinção entre downloading e uploading é pouca, mas downloading refere-se, muitas vezes, à transferência de um sistema maior (especialmente um servidor) para um sistema cliente mais pequeno (especialmente um micro computador ou um periférico especializado).

DPMI (DOS PROTECTED MODE INTERFACE)
Método, criado pela Microsoft(tm), que permite o acesso à memória extendida por parte do DOS num sistema multitarefa (Microsoft Windows(r)). Este serviço é disponibilizado pelo driver HIMEM.SYS em computadores pessoais.

DQDB (DISTRIBUTED QUEUE DUAL BUS)
- ver: MAN,IEEE
Estandardização, da IEEE, para redes de àrea metropolitana (MANs).

DRAM (DYNAMIC RANDOM ACCESS MEMORY)
- ver: MOS
Tipo de memória semicondutora em que a informação é armazenada em capacitadores contidos em circuitos integrados MOS. Cada bit é armazenado, normalmente, como uma quantidade de carga eléctrica numa célula de armazenamento. Essa célula consiste num transistor e num capacitador. Como o capacitador vai descarregando gradualmente e para não se perder a informação da célula de armazenamento, a memória tem de ser refrescada periódicamente. Apesar deste inconveniente, a DRAM é uma técnologia de memória muito popular devido à sua alta densidade e consequente baixo preço.

DROP CABLE
- ver: ETHERNET
Cabo que interliga um computador e um transceiver da Ethernet, com um tamanho máximo de 47 metros.

DSL (DIGITAL SUBSCRIBER LINE)
- ver: MODEM,PSTN
Familia de protocolos de telecomunicações digitais desenhada para permitir comunicação de dados a alta velocidade sobre os cabos de cobre existentes nas linhas telefónicas, entre os utilizadores e as companhias de telefones. Quando dois modems convencionais estão ligados através do sistema telefónico (PSTN), essa ligação é gerida como uma conversação telefónica. Tem como vantagem o investimento nulo, mas tem como desvantagem a largura de banda disponível (64 kilobytes por segundo, no máximo. O pares de cobre entrelaçado (cabos) que interligam as casas individuais ou escritórios à empresa telefónica, podem transportar mais de 64 kilobits por segundo (analógicamente), mas os dados transportados são digitais em vez de analógicos, o que reduz a largura de banda. Existem muitas implementações do esquema básico, difenciando-se netre si no protocolo de usado e proporcionando diversos níveis de serviço. O débito máximo da comunicação pode ser qualquer coisa entre 128 kilobits por segundo a 8 megabits por segundo. O preço dos equipamento também varia considerávelmente. A primeira técnologia DSL foi a RDIS, apesar da mesma não ser reconhecida como tal hoje em dia.

DSP (DIGITAL SIGNAL PROCESSING)
Manipulação por computador de sinais analógicos (normalmente sons ou imagens) que foram convertidos para uma forma digital.

DSU (DIGITAL SERVICE UNIT OU DATA SERVICE UNIT)
- ver: DTE,CSU
Dispositivo usado na transmissão para a interligação de CSU (Channel Service Unit) com DTEs (Date Terminal Equipment), da mesma maneira que um modem é usado para a ligação com um meio analógico. O DSU disponibiliza um interface estandardizado a um terminal de um utilizador, que é compatível com os modems e que gere funções como a tradução, regeneração, reformatação e temporização de sinais.

DTE (DATA TERMINAL EQUIPMENT)
- ver: DCE,RS-232,MODEM
Dispositivo que age como originador ou destinatário de dados e que controla o canal de comunicação. O DTE inclui terminais, computadores, protocolos conversores e multiplexadores. O DTE, na maior parte das vezes, é ligado por um cabo série (RS-232) a um DCE (Data Comunication Equipment), que, em norma, é um modem.

DTMF (DUAL TONE MULTI FREQUENCY)
Método usado no sistema telefónico para a comunicação das teclas pressionadas quando se marca um número de telefone. Ao pressionar uma tecla no telefone são gerados dois sons simultâneos: um para a linha e outro para a coluna. Estes sinais são, depois, descodificados para se determinar qual a tecla pressionada.

DUAL-ATTACHED
- ver: FDDI,SINGLE-ATTACHED,DUAL-HOMED,ROUTER
Interface FDDI onde um dispositivo está ligado a ambos os aneis de passagem de testemunho, para que a operação normal continue no caso da falha de qualquer um dos aneis. Todas as ligações dos aneis principais do FDDI são dual-attached. Normalmente, um pequeno número de dispositivos críticos como routers e concentradores são dual-attached, enquanto que os servidores são single-attached ou dual-homed a um router ou concentrador. Por exemplo, um anel pode ser formado de um só router e dois concentradores (todos dual-attached). Então todos os outros componentes que precisam de ser tolerantes a falhas (tipicamente os servidores de ficheiros) podem ser dual-homed aos dois concentradores.

DUAL-HOMED
- ver: FDDI,DUAL-ATTACHED,DUAL-HOMED,ROUTER
Tipo de ligação a um rede FDDI onde um servidor é, simultâneamente, ligado a dois dispositivos separados no mesmo anel FDDI. Uma das ligações fica activa enquanto a outra é, automáticamente, bloqueada. Se a primeira ligação falha, a ligação bloqueada toma conta da ligação sem nenhum atraso perceptível. Um dispositivo dual-homed pode ser tolerante a falhas numa das suas "homes", enquanto que um dispositivo dual-attached pode ser tolerante a falhas num dos aneis.

DUAL-PORTED
- ver: MEMÓRIA,VIDEO RAM,SINGLE-PORTED
Termo usado para descrever circuitos integrados de memória que podem ser acedidos simultâneamente via dois endereços e buses de dados independentes. A memória dual-ported é muito usada em hardware gráfico e de video, especialmente em conjunção com VRAMs (Video RAM). As dois portos permite que o hardware leia dados de uma zona de memória e, ao mesmo tempo escreva noutra zona de memória. Na memória simgle-ported estes dois processos não podem ocorrer simultâneamente. A CPU tem de esperar, resultando em tempos de acesso mais lentos.

DUPLEX
- ver: FULL-DUPLEX,HALF-DUPLEX,SIMPLEX
Um canal de comunicação half-duplex podem, em qualquer altura, transportar dados em qualquer direcção, mas nunca em ambas. Já um canal full-duplex pode transportar dados em ambas as direcções ao mesmo tempo. Um canal simplex só pode transportar dados numa direcção, permanentemente.

DYNAMIC ROUTING
Encaminhamento que se ajusta automáticamente à topologia da rede ou a mudanças no tráfego.

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EDF (EARLIEST DEADLINE FIRST)
- ver: CPU,DEADLINE
Estratégia de escalonamento de acesso à CPU ou aos discos. Com o EDF, a tarefa com o menor deadline é executada primeiro.

EEPROM (ELECTRICALLY ERASABLE PROGRAMMABLE READ ONLY MEMORY)
- ver: RAM,ROM
Dispositivo de armazenamento não volátil que usa uma técnica de anulação ou reprogramação de bytes ou words electricamente, durante a operação normal do sistema. Em contraste com a RAM, a escrita demora mais tempo do que a leitura, para não falar de um custo maior e de uma maior densidade. É apropriada para o armazenamento de pequenas quantidades de dados cuja alteração não é frequente (ex: configuração do hardware).

EDI (ELECTRONIC DATA INTERCHANGE)
- ver: COMÉRCIO ELECTRÓNICO
Troca de formatos de documentos estandardizados entre sistemas de computadores. O EDI faz parte do comércio electrónico.

EDP (ELECTRONIC DATA PROCESSING)
Processamento de dados por computadores.

EIA (ELECTRONICS INDUSTRY ASSOCIATION)
- ver: SÉRIE,PORTA SÉRIE,RS-232
Associação que publica as estandardizações recomendadas para dispositivos físicos e os seus respectivos funcionamentos. Como exemplo, o RS-232 é uma das suas estandardizações que define uma porta série, disposição dos conectores e sinais eléctricos existentes.

EMULAÇÃO (EMULATION)
Um sistema está a emular outro quando se comporta e funciona exactamente da mesma maneira, apesar de poder estar mais lento. Um exemplo típico é a emulação de um computador por um programa a executar noutro.

ENCAPSULAÇÃO (ENCAPSULATION)
- ver: PDU,IP,TCP,INTERNET
Técnica usada pelos protocolos com camadas lógicas para acrescentar um cabeçalho (informação) à PDU (Protocol Data Unit) sobre a camada imediatamente superior. Como exemplo, e, usando a terminologia da Internet, um pacote vai conter um cabeçalho da camada física, seguido de outro cabeçalho da camada de rede (IP), seguido de outro da camada de transporte (TCP), seguido pela informação do protocolo de aplicação.

ENCRIPTAÇÃO (ENCRYPTION)
- ver: PGP,DATA ENCRYPTION STANDARD
Procedimento usado na criptografia que converte texto comum em texto cifrado, para prevenir que ninguém, excepto o destinatário, o possa ler. Existem vários tipos de encriptações de dados que são a base da segurança da rede. (ex: Data Encryption Standard e public-key encryption.

ENDIAN
- ver: BIG-ENDIAN,MIDDLE-ENDIAN,LITTLE-ENDIAN
Ordenação de bytes num número multi-byte. O termo nasceu na obra "Viagens de Gulliver". Os Lilliputianos, sendo muito pequenos, tinham correspondentes pequenos problemas políticos. Os partidos Big-Endian e Little-Endian debatiam sobre qual o lado (o grande ou o pequeno) abrir de um ovo mal cozido.

ECP (ENHANCED CAPABILITIES PORT)
Interface paralelo bidirecional para impressoras. Por ser mais rápido que as portas paralelas anteriores, o ECP é muito comum nos computadores pessoais.

EGA (ENHANCED GRAPHICS ADAPTER)
Estandardização gráfica com uma resolução de 640x350 pixeis de 16 cores.

EIDE (ENHANCED INTEGRATED DRIVE ELECTRONICS)
- ver: IDE,ULTRA DMA
O mesmo que ATA-2 (Advanced Technology Attachment Interface with Extensions).

ESDI (ENHANCED SMALL DISK INTERFACE)
- ver: IDE,SCSI
Estandardização de controladores de discos rígidos da Compac, que se supunha ser mais rápida do que o SCSI e o IDE, mas que nunca os chegou a superar.

ENTROPIA (ENTHROPY)
Medida de desordem de um sistema. Os sistemas tendem a ir de um estado de ordem (baixa entropia) para um estado de máxima desordem (alta entropia). A entropia de um sistema é relacionada com a quantidade de informação que contém. Um sistema altamente ordenado pode ser descrito usando menos bits de informação do que um desordenado. Por exemplo, uma string que contêm um milhão de bits a zero ("0") pode ser descrita como ("0","1000000"), enquanto que outra string de símbolos aleatórios (bits ou caracteres) se torna mais difícil, senão impossível, de codificar desta maneira.

EPROM (ERASABLE PROGRAMMABLE READ ONLY MEMORY)
- ver: MOS,CHIP
Dispositivo de armazenamento em que os dados são representados pela carga eléctrica existente numa grelha de transistores MOS. A isolação é suficiente para reter a carga num espaço de tempo superior a dez anos sem fonte de alimentação externa. A EPROM é programada "injectando" a carga na grelha, usando uma técnica baseada no efeito de túnel, que requer voltagem mais alta do que a existente durante a operação normal (12V-25V). A grelha pode ser descarregada aplicando luz ultravioleta no chip através de uma janela de quartzo, o que livra a memória do seu conteúdo permitindo a reprogramação do chip.

ERGONOMIA (ERGONOMICS)
Estudo do desenho e disposição do equipamento, para que os utilizadores interajam com o mesmo de uma maneira sádia, confortável e eficiente. No campo dos computadores, a ergonomia está preocupada com factores como o desenho dos teclados, ecrãs, e hardware relacionado, para além da maneira como as pessoas interagem com esses dispositivos.

EDAC (ERROR DETECTION AND CORRECTION)
- ver: BIT DE PARIDADE,CRC
Colecção de métodos de detecção de erros e correcção de dados transmitidos ou armazenados. Isto é feito de muitas maneiras e todas elas envolvem algum tipo de codificação. A mais simples forma de detecção de erros é adicionando um simples bit de paridade ou um CRC (Cyclic Redundancy Check). Múltiplos bits de paridade não só detectam a ocorrência de erros, assim como quais os bits invertidos, os quais são invertidos para repôr os dados originais. Quantos mais bits extra forem incluídos, maior é a chance que múltiplos erros sejam detectados e corrigidos. Vários outros métodos usam o SEDEC (Single Error Correction, Double Error Detection). Um dos mais comuns é o código de Hamming.

ETHERNET
- ver: CSMA/CD,LARGURA DE BANDA,THINNET,FAST ETHERNET,PACOTE
Rede local descrita primeiro por Matcalfe e Boggs da Xerox(. Os dados são separados em pacotes que, posteriormente são transmitidos usando o algoritmo CSMA/CD até que chegem ao seu destino sem colidirem com outros pacotes. Um nó só transmite ou recebe em cada instante. A largura de banda é de 10 megabits. Os cabos Ethernet são classificados como "XbaseY", onde X é a largura de banda em megabits e Y a categoria do cabo (base=baseband). O cabo original era o 10base5, mas existem outros como o 10base2 (Thinnet) e o comum 10baseT. O 100baseT (Fast Ethernet) é, também, cada vez mais comum.

ETHERTALK
- ver: APPLETALK,ETHERNET
Estandardização de rede usada para expandir a rede AppleTalk através de uma rede Ethernet.

EVENTO (EVENT)
- ver: TAREFA,PROGRAMA
(1) Ocorrência significativa de uma tarefa ou programa, como o fim de uma operação de entrada/saída assíncrona. (2) Transação ou outra actividade que afecta os registos de um ficheiro.

EXCEPÇÃO (EXCEPTION)
- ver:PROGRAMA,HARDWARE,SOFTWARE,ALU,OVERFLOW,UNDERFLOW
Condição de erro que altera o fluxo normal de um programa. Uma excepção pode ser gerada por hardware ou software. As excepções de hardware incluem a reinicialização do sistema (reset), interrupção ou qualquer sinal de uma unidade de gestão de memória. Elas podem ser geradas pela ALU (unidade aritmética e lógica) ou por erros numericos como a divisão por zero, overflow, underflow, ou por intruções previlegiadas. As excepções por software são ainda mais variadas e o termo pode ser associado com qualquer tipo de erro que altere o comportamento normal de um programa.

EXECUTÁVEL (EXECUTABLE)
Ficheiro binário que contém um programa em linguagem máquina, que está apto a ser executado.

ECP (EXTENDED CAPABILITIES PORT)
- ver: PARALELO,INTERFACE
Interface paralelo para impressoras de computadores pessoais.

EDO RAM (EXTENDED DATA OUT DYNAMIC RANDOM ACCESS MEMORY)
- ver: DRAM,PIPELINE,BUS
Tipo de DRAM desenhada para ter acessos a memória mais rápidos do que a anterior FPM DRAM. A EDO DRAM permite que a saida de dados permaneça activa mesmo depois da inactividade do sinal CAS\, através do uso de um sinal adicional (OE\) que controla as saidas dos dados. Isto pode ser usado em sistemas com pipeline para acessos simultâneos onde o próximo ciclo é começado antes dos dados do anterior ciclo terem sido removidos do bus. É usada principalmente com a geração Pentium da Intel, pois com processadores mais lentos não existe aumento de desempenho significativo.

EISA (EXTENDED INDUSTRY STANDARD ARCHITECTURE)
- ver: BUS,ISA,ARQUITECTURA,PROCESSADOR
Estandardização de um bus que extende a arquitectura do bus ISA para 32 bits, e que permite a partilha do bus entre vários processadores. Permite, ainda, o acesso a 4 gigabytes de memória.

EGP (EXTERIOR GATEWAY PROTOCOL)
- ver: PROTOCOLO,ROUTER,AS,GATEWAY
Protocolo que distribui informação de endereçamento aos routers que interligam sistemas autónomos (AS).

EXTRANET
- ver: INTRANET,INTERNET
Extensão da Intranet de uma empresa para a Internet. Permite aos clientes, empregados e outros, préviamente selecionados, o uso dos dados privados da empresa e de aplicações através da Internet.

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FAST ETHERNET
- ver: ETHERNET
Versão da Ethernet desenvolvida nos anos 90 que permite um débito de 100 megabits, o que é mais do que os 10 megabits anteriores. Para isso requere placas de rede e hubs diferentes dos da Ethernet. As estandardizações relevantes são as 100baseT, 100baseFX e 100baseVG.

FAST SCSI
- ver: SCSI,SCSI-1,SCSI-2,BUS
Variante do bus SCSI-2. Usa o mesmo bus de 8 bits do SCSI-1, mas permite um débito até aos 10 megabits - o dobro da velocidade do SCSI-1.

FRAM (FERROELECTRIC RANDOM ACCESS MEMORY)
- ver: RAM,SRAM,EPROM,EEPROM,DRAM,MOS
Tipo de memória de acesso aleatório (RAM) não volátil. A FRAM combina as vantagens da SRAM (escrevendo tão rápidamente quanto lê) e da EPROM (não volatilidade e programação interna dos circuitos). As desvantagens actuais são o elevado custo e a baixa densidade, mas no futuro ainda está para vir. A densidade corrente é, no máximo, 32 kilobytes num chip, comparado com os 512 kilobytes da SRAM, 1 megabyte da EPROM e 8 megabytes da DRAM. A FRAM consiste em capacitadores ferroeléctricos e de transistores MOS. A sua construção é similar às células de armazenamento da DRAM. A diferença está nas propriedade dielétricas do material entre os eléctrodos do capacitador. Este material tem uma constante dieléctrica alta e pode ser polarizado por um campo eléctrico. A polarização permanece até que seja apresentado um campo eléctrico inverso. Isto permite à FRAM ser não volátil. A FRAM tem aplicações similares à EEPROM, mas permite uma escrita mais rápida. A simplicidade da célula de memória promete dispositivos de alta densidade que podem competir com a DRAM.

FDDI (FIBER DISTRIBUTED DATA INTERFACE)
- ver: LAN,FIBRA ÓPTICA,CDDI,DUAL-ATTACHED,TOKEN-RING,DUAL-HOMED
Estandardização de uma arquitectura de rede local com um débito de 100 megabits por segundo. O meio de transmissão é a fibra óptica, apesar de poder ser usado o cabo de cobre (messe caso o FDDI passa a chamar-se CDDI). A topologia é um anel dual-attached. Os anéis FDDI são normalmente construídos numa forma de anéis de àrvores. Ou seja, um pequeno número de dispositivos como routers, concentradores,etc são referidos como "dual-attached". Os computadores estão então ligados em "single-attached". Normalmente, o anel duplo está contido num mesmo espaço, como uma sala. Esta topologia de rede é necessária porque o anel duplo passa por cada dispositivo ligado à rede e requer que cada um deles permaneça operacional. Os dispositivos como os computadores ou estações de trabalho não podem estar sob o controlo do gestor da rede e não estão aptos para serem ligados ao anel duplo. Como alternativa a uma ligação dual-attached, existe a ligação dual-homed, onde a mesma é feita simultâneamente a dois dispositivos no anel FDDI. Uma das ligações está activa, enquanto a outra está bloqueada. Se a primeira falha a segunda toma conta do anel, sem atraso perceptível.

FC-AL (FIBRE CHANNEL ARBITRATED LOOP)
- ver: BUS,SÉRIE,SCSI,DUAL-PORTED,COAXIAL,FIBRA ÓPTICA,FIREWALL
Um bus série rápido cuja intenção é de substituir o SCSI nos servidores mais potentes. O FC-AL tem uma série de vantagens sobre o SCSI. Um exemplo é a maior velocidade (a velocidade base é de 100 megabits por segundo, que é provável que aumente para 200, 400 e 800 nos próximos anos).Muitos dispositivos são dual-ported, ou seja, podem ser acedidos através de dois portos independentes, o que duplica a velocidade e aumenta a tolerância a falhas. Os cabos podem ter até 30 metros de comprimento (coaxial) ou 10 kilómetros (fibra óptica). O FC-AL, para além de tudo o resto, suporta 126 dispositivos e, ainda, é compatível com o SCSI. Mas, apesar das suas características, o FC-AL não aparecerá no mercado tão cedo, devido, em parte, ao ser custo e ao facto dos computadores actuais não tirarem partido das suas características avançadas. Nestes sistemas o Firewall tem mais potencial.

FAT (FILE ALLOCATION TABLE)
- ver: PARTIÇÃO,CLUSTER,SECTOR
O componente do Ms-Dos e do Windows95 que descreve os ficheiros, directórios e espaço livre num disco rígido ou disquete. Um disco é divido em partições. No sistema de ficheiros da FAT cada partição é dividida em clusters, que podem ter um ou mais sectores, dependendo do tamanho da partição. Cada cluster ou é alocado por um ficheiro ou directório, ou está livre. Um directório é uma lista de nomes, tamanhos, data de modificação e cluster inicial de cada ficheiro ou subdirectório que contém. No início da partição existe uma tabela (a FAT) com uma entrada para cada cluster. Cada entrada dá o número do próximo cluster no mesmo ficheiro, um valor especial para "não alocado" ou, ainda, um valor de "último cluster do ficheiro".

FTP (FILE TRANSFER PROTOCOL)
- ver: INTERNET,TCP/IP,CLIENTE/SERVIDOR
Protocolo cliente/servidor que permite a um utilizador transferir ficheiros de e para um computador sobre uma rede TCP/IP.

FIREWIRE (HIGH PERFORMANCE SERIAL BUS)
- ver: ISOCRONIA,BUS,SÉRIE,DAISY-CHAIN,PERIFÉRICO,SCSI,CPU,PLUG-AND-PLAY,HOT-SWAPPING
Estandardização de interface para um bus série que oferece comunicação a alta velocidade e serviços de dados isócrono e em tempo real. O FireWire pode transferir dados entre um computador e seus periféricos a 100, 200 ou 400 megabits por segundo (Mbps), com um aumento já planeado para 2 gigabits por segundo (Gbps). O comprimento do cabo está limitado a 4.5 metros, mas com a facilidade de ligação de 16 cabos em daisy-chain até um comprimento máximo de 72 metros. Assim, pode ligar 63 periféricos em daisy-chain numa estrutura de àrvore (em vez da estrutura linear do SCSI). Esta característica permite comunicação entre periféricos (por exemplo, entre um scanner e uma impressora) sem usar a memória principal ou a CPU. Foi desenhada para suportar tecnologia Plug-And-Play e Hot-Swapping. O seu fio de 6 cabos não só é mais conveniente do que os cabos SCSI, como pode fornecer até 60 watts de energia, permitindo aos dispositivos de baixo consumo a operação normal sem um cabo extra de energia.

FIRMWARE
- ver: SOFTWARE,ROM,PROM
Software guardado na ROM ou PROM. É de mais fácil alteração do que o hardware, mas mais difícil do que o software guardado em disco. O firmware é, muitas vezes, responsável pelo comportamento do sistema quando é ligado. Um exemplo típico é um programa monitor que copia um sistema operativo inteiro do disco ou de uma rede e que, depois, passa o controlo do computador para o mesmo.

FIFO (FIRST IN FIRST OUT)
- ver: FILO,LIFO,LILO,SINCRONIA
Estrutura de dados ou buffer de onde cada item é tirado na mesma ordem em que entrou. O FIFO é útil para a salvaguarda de dados numa transmissão entre duas entidades não sincronizadas. Se os a diferença entre taxas de transmissão e recepção for sufucientemente grande, então o FIFO corre o risco de ficar cheio ou vazio. Se isso acontecer o FIFO ou bloqueia o transmissor (FIFO cheio) ou bloqueia o receptor (FIFO vazio).

FEPROM (FLASH ERASABLE PROGRAMMABLE READ ONLY MEMORY)
- ver: EEPROM
Tipo de memória não volátil similar à EEPROM, mas onde o apagar só pode ser feito em blocos ou no chip completo.

FEED
- ver: RSS

FLAME
- ver: WEBLOG
Comentário ou resposta insultuosa, normalmente caracterizada pelo ataque pessoal em weblogs

FLAME WAR
Discussão fora de controlo, com o lançamento de flames de parte a parte.

FLOG
Abrev. photolog

FLIP FLOP
Circuito digital lógico que pode estar num de dois estados que trocam entre si através do controle das suas entradas. Pode ser, então considerado como uma memória de um bit. Existem três tipos mais comuns de Flip Flops: o SR, o JK e o tipo D (ou latch).

FLOATING POINT (VIRGULA FLUTUANTE)
Representação numérica que consiste numa mantissa, M, num expoente, E, e numa base. O número é representado pela fórmula M*R^E onde R é a base - usualmente dez.

FPA (FLOATING POINT ACCELERATOR)
- ver: VIRGULA FLUTUANTE,HARDWARE,CPU,COPROCESSADOR
Hardware adicional que proporciona funções de cálculo sobre números de vírgula flutuante como a adição, multiplicação, logarítmos, exponenciais, funções trigonométricas, etc. Um FPA é um coprocessador da CPU

FLOPPY DISK (DISQUETE)
Pequeno disco usado no armazenamento de dados. O tamanho físico diminuiu das antigas disquetes "minifloppy" de 5.25'' para as "microfloppy" de 3.5", enquanto que a capacidade aumentou. Esses discos são conhecidos como disquetes (floppy disks) porque o disco é flexível e a cabeça de leitura/escrita está em contacto com a superfície dos disco em contraste com os discos rígidos que, como diz o seu nome, são rígidos e que confiam num intervalo entre as cabeças entre as cabeças e a superfície do disco. As disquetes podem ser de lado único ou de dois lados. Existem vários formatos onde a capacidade e tamanho varia nas disquetes. Nas disquetes de dupla densidade (DD), a capacidade varia entre 360 kilobytes (5.25"DD) e 720 kilobytes (3.5"DD), enquanto que nas disquetes de alta densidade (HD) a capacidade varia entre os 1.2 megabytes (5.25"HD) e os 1.44 megabytes (3.5"HD). (teste teste.)

FLOPS
- ver: VIRGULA FLUTUANTE
Número de operações de vírgula flutuante por segundo.

FEC (FORWARD ERROR CORRECTION)
- ver: CPU,RAM,ECM,ECC
Classe de métodos para o controle de erros num sistema de comunicação com um só sentido. O FEC envia informação adicional conjuntamente com os dados, que podem ser usados pelo receptor para a detecção e correcção de erros. Uma CPU a escrever para a memória (RAM) é um tipo de transmissão de um só sentido.

FRAGMENTAÇÃO (FRAGMENTATION)
- ver: IP,RAM
(1) O processo do protocolo IP, onde um pacote é partido em pedaços menores (fragmentos), para satisfazer o requisito de uma rede física através da qual o pacote tem de passar. (2) O processo, ou resultado, da divisão de uma grande àrea de memória (em disco rígido ou em memória principal - RAM) em blocos não contíguos. Isto acontece depois de muitos blocos terem sido alocados e libertados. Por exemplo, se existirem 3 kilobytes de espaço livre e dois blocos de 1 kilobyte forem alocados, então quando o primeiro é libertado (não contíguo com o livre), o espaço livre aumenta de 1 para 2 kilobytes divididos em dois blocos de 1 kilobyte. O tamanho máximo do bloco que possa ser alocado é de 1 kilobyte, apesar de existirem 2 kilobytes livres. A solução é a compactação do espaço livre movendo os blocos alocados para um lado e, claro, o espaço livre para o outro.

FRAME
- ver: OSI,TCP/IP,PACOTE
Pacote da camada de ligação lógica que contêm a informação requerida pelo meio físico (sob a forma de prefixo e sufixo). Ou seja, os pacotes são encapsulados para formar frames.

FCS (FRAME CHECK SEQUENCE)
- ver: HDLC,X.25,FRAME,OSI
Caracteres extra adicionados a uma frame para a detecção e correcção de erros. O FCS é usado no X.25, HDLC e noutros protocolos de logação lógica.

FRAME RATE
- ver: VIDEO
Número de imagens (frames) de uma animação que são passadas por segundo. Quanto maior fôr o frame rate, mais suave vai parecer a animação, mas mais poder de processamento e largura de banda do sistema vai ser precisa.

FRAME RELAY
- ver: DTE,DCE,WAN,LAN
Especificação de um interface DTE-DCE, resultado do necessidade de velocidade para as redes de âmbito alargado (WAN) na interligação dos diversos tipos de redes (LAN-WAN e LAN-LAN). O Frame Relay proporciona a interligação de múltiplos protocolos, através de uma abstração protocolar. Assim, qualquer protocolo de rede pode ser utilizado sobre o Frame Relay. Com o uso de fibras ópticas, o mesmo proporciona maiores débitos e menor incidência de erros, o que é importante na ligação entre várias outras redes.

FRAD (FRAME RELAY ACCESS DEVICE)
- ver: HARDWARE,SOFTWARE,TCP,SNA,IPX,FRAME RELAY
Hardware e software que transforma pacotes de protocolos como o TCP, SNA, IPX, etc, em frames que podem ser enviadas sobre uma rede Frame Relay.

FREEWARE
- ver: SHAREWARE
Software normalmente escrito por entusiastas e distribuído gratuitamente através de qualquer meio electrónico.

FAQ (FREQUENTLY ASKED QUESTION)
- ver: INTERNET,NEWSGROUPS
Documentos proporcionados a muitos grupos de discussão (newsgroups) que tenta responder a questões que os novos utilizadores fazem habitualmente. Estes são mantidos por voluntários e postos regularmente no grupo de discussão. Deve-se sempre consultar a FAQ antes de enviar uma pergunta, pois pode ser uma pergunta de conhecimento geral e estar na mesma. A colecção de todas as FAQs é um dos mais preciosos recursos da Internet. Ela contém uma enorme quantidade de informação em muitos campos de interesse geral.

FULL-DUPLEX
- ver: DUPLEX,HALF-DUPLEX,SIMPLEX
Termo usado para descrever um canal de comunicação em que os dados viajam nos dois sentidos ao mesmo tempo.

FMV (FULL MOTION VIDEO)
- ver: VIDEO,AUDIO,CD
Qualquer sistema usado para mostrar imagens video em movimento e som num computador. As imagens de video e de som são armazenadas num disco. Normalmente, o compact disk é preferido devido ao elevado tamanho dos dados em questão. Algumas formas de compressão de video são usadas para reduzir o tamanho dos dados e para reduzir o tempo de leitura dos mesmo. A compressão dos dados pode ser relativamente lenta, mas a descompressão é feita em tempo real com boa qualidade de imagem e frame rate que varia com o poder de processamento disponível.

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GATEWAY
- ver: PROTOCOLO,INTERNET,CGI,ROUTER
(1) Conversor de Protocolo (2) Router ou qualquer outro tipo de dispositivo de interligação de redes. (3) Interface entre uma fonte externa de informação e um servidor da Internet. O CGI é uma estandardização para esses interfaces.

GeoURL
Serviço muito popular entre weblogs que permite localizar um site geograficamente e ver todos os seus 'vizinhos', desde que o autor acrescente uma porção de código HTML contendo as coordenados do seu site.

GRE (GENERIC ROUTING ENCAPSULATION)
Protocolo que permite a um protocolo de rede A ser transmitido sobre outro protocolo de rede B, através da encapsulação dos pacotes de A em pacotes GRE, que, por sua vez, é encapsulado em pacotes B.

GPS (GIGABITS PER SECOND)
- ver: MPS,KPS,BPS
Unidade da taxa de transferência.

GIGABYTE
- ver: MEGABYTE,KILOBYTE,BYTE
O equivalente a 1.024 megabytes, 1.048.576 kilobytes, e 1.073.741.824 bytes, ou seja, 2^30 bytes. É, normalmente, a quantidade de dados necessários para codificar uma sequência de genes humanos (incluindo todas as cores).

GIGAFLOPS
Mil milhões de operações de vírgula flutuante por segundo.

GPS (GLOBAL POSITIONING SYSTEM)
Sistema de determinação da posição na superfície da Terra, através da comparação de sinais de rádio de vários satélites. Quando o sistema fôr completado, ele vai consistir em 24 satélites equipados com transmissores de rádio e relógios atómicos. Dependendo da localização geográfica, o receptor GPS recebe os dados dos satélites (no máximo 6) e, então, calcula o tempo que cada sinal demorou desde a transmissão até à recepção. Dessa diferença o GPS calcula a posição equivalente.

GSM (GLOBAL SYSTEM FOR MOBILE COMMUNICATIONS)
Estandardização de comunicações celulares digitais em vias de ser adoptado por mais de 60 países. O GSM é usado, nos nossos dias, nas bandas de 900 megahertz e 1800 megahertz.

GUI (GRAPHICAL USER INTERFACE)
Uso de imagens em vez de só palavras para representar a entrada e saída de dados. Um programa GUI é executado sobre qualquer sistema de janelas (ex: Microsoft Windows95 ou X Window). O programa mostra certos icons, botões e caixas de diálogos, etc nas suas janelas. O utilizador controla o programa movendo um apontador (ex: rato) pelo ecrã e selecionando determinados objectos através da pressão do apontador em botões.

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HACKER
Pessoa que gosta de explorar os detalhes de sistemas programáveis e como extender as suas capacidades, em oposição aos utilizadores normais, que querem aprender o mínimo necessário.

HAMMING CODE (CÓDIGO DE HAMMING)
- ver: EDC,CRC
Bits redundantes adicionados aos dados para a detecção e correcção de erros. O código de Hamming proporciona um aumento na fiabilidade dos dados de sondas espaciais distantes, onde é impraticável a correcção do erros ou pedido de retransmissão, devido aos grandes atrasos.

HANDSHAKING
- ver: BUFFERS,SINCRONIA,MODEM
(1) Hardware predefinido ou actividade devida ao software para o estabelecimento ou mantimento de sincronização entre duas máquinas ou programas. O Handshaking, normalmente, refere-se à troca de mensagens ou pacotes de dados entre dois sistemas com buffers limitados. Um protocolo simples de Hanshaking pode envolver somente uma mensagem do receptor que diga ao transmissor que já recebeu o pacote anterior e está pronto para receber o próximo. Já um mais complicado pode permitir ao transmissor perguntar ao receptor se ele está pronto para receber mais dados ou ao receptor responder negativamente, devolvendo uma mensagem de "erro na recepção, por favor enviar de novo". (2) Método usado por dois modems para o estabelecimento de contacto entre eles e para o acordo na taxa de transmissão, correcção de erros e protocolo de compressão dos dados.

HARD DISK (DISCO RÍGIDO)
- ver: DISQUETE,DRIVE
Um ou mais discos magnéticos rígidos que rodam sobre um eixo central com cabeças de leitura/escrita associadas e respectivos dispositivos de armazenamento de dados. Muitos discos rígidos estão permanentemente ligados à drive, apesar de existir discos rígidos amovíveis. Os discos de alta velocidade têm um tempo de acesso menor que 28 milisegundos, enquanto que os de baixa velocidade chegam aos 65 milisegundos ou mais. Os discos de alta velocidade conseguem, lógicamente, maiores taxas de transferência de dados dos que os mais lentos.

HDD (HARD DISK DRIVE)
- ver: DRIVE,DISCO RÍGIDO
Drive usada para ler e escrever discos rígidos.

HARDWARE
- ver: SOFTWARE,DADO
A parte física, palpável, material de um computador ou outro sistema. O termo é usado para distinguir essas partes fixas de um sistema dos componentes lógicos (software e dados) que ele executa, armazena ou transporta. O hardware de um computador consiste, normalmente, em dispositivos electrónicos (CPU, memória, placa gráfica, etc) com outros componentes electromecânicos (teclado, impressora, discos rígidos, etc) que servem como entrada/saída dos dados.

HEADER
- ver: PACOTE,E-MAIL
(1) Porção de um pacote, prefixo dos dados actuais, que contém os endereços origem e destino, campos de correcção de erros e outras informações importantes sobre o mesmo. (2) Parte de um e-mail que precede o corpo da mensagem e que contém, entre outros, o nome do remetente, o seu endereço e-mail e, ainda, a data em que a mensagem foi enviada.

HEXADECIMAL (BASE 16)
- ver: BINARIO,OCTAL
Representação numérica que usa os digitos 0 a 9 com o seu significado habitual mais as letras de A a F (ou a-f) para representar os digitos hexadecimais com os valores decimais de 10 a 15. Por exemplo, o número 22 (hexadecimal) é equivalente a é equivalente a 2*16+2=34.

HDLC (HIGH-LEVEL DATA LINK CONTROL)
- ver: OSI,PONTO-A-PONTO,MULTIPONTO,MULTIDROP,FULL-DUPLEX
Protocolo de controle de uso geral definido pela OSI para o uso em ligações ponto-a-ponto, multiponto e multidrop. O HDLC é completamente full-duplex.
 

HSSI (HIGH SPEED SERIAL INTERFACE)
- ver: SÉRIE,ROUTER,WAN
Porta série que suporta velocidades de transmissão até 52 megabits por segundo (Mbps). Normalmente é usada em dispositivos de redes de âmbito alargado (WAN) como os routers.

HOME PAGE (PÁGINA DA INTERNET)
- ver: INTERNET,BROWSER,URL
Documento de topo referente ao uma pessoa ou instituição. Normalmente tem um endereço base (URL) que consiste num só nome (ex: www.dei.uc.pt). Todas as outras páginas no mesmo servidor estão, normalmente, acedíveis seguindo links apartir dessa primeira.

HOST (SERVIDOR)
- ver: ROUTERS,EMULADOR
(1) Computador ligado a uma rede. O termo incluí dispositivos como routers e impressoras que, normalmente, não seriam chamados de servidores. (2) Computador a que se liga através de um emulador de terminal.

HOSTNAME (NOME DO SERVIDOR)
- ver: SERVIDOR,DOMINIO,INTERNET,DNS
Nome unívoco pelo que um computador é conhecido na rede, usado para identificá-lo na troca de informação electrónica (como o e-mail). Na Internet o nome de servidor é uma sequência de caracteres como www.dei.uc.pt que consiste numa parte local "dei" e num dominio "uc.pt". O nome do servidor é, então, traduzido para um endereço Internet através do DNS (Domain Name System). É, ainda, possível o uso de múltiplos nomes pelo mesmo servidor, apesar de um só ser o seu nome canónico (os outros são chamados de "alias").

HPSB (HIGH PERFORMANCE SERIAL BUS) OU FIREWIRE
- ver: ISOCRONIA,BUS,SÉRIE,DAISY-CHAIN,PERIFÉRICO,SCSI,CPU,HOT-SWAPPING
Estandardização de interface para um bus série que oferece comunicação a alta velocidade e serviços de dados isócrono e em tempo real. O FireWire pode transferir dados entre um computador e seus periféricos a 100, 200 ou 400 megabits por segundo (Mbps), com um aumento já planeado para 2 gigabits por segundo (Gbps). O comprimento do cabo está limitado a 4.5 metros, mas com a facilidade de ligação de 16 cabos em daisy-chain até um comprimento máximo de 72 metros. Assim, pode ligar 63 periféricos em daisy-chain numa estrutura de àrvore (em vez da estrutura linear do SCSI). Esta característica permite comunicação entre periféricos (por exemplo, entre um scanner e uma impressora) sem usar a memória principal ou a CPU. Foi desenhada para suportar tecnologia Plug-And-Play e Hot-Swapping. O seu fio de 6 cabos não só é mais conveniente do que os cabos SCSI, como pode fornecer até 60 watts de energia, permitindo aos dispositivos de baixo consumo a operação normal sem um cabo extra de energia.
- ver (+): HARDWARE,SOFTWARE,PLUG-AND-PLAY
O estabelecimento e corte da ligação de periféricos ou outros componentes é efectuado sem que haja uma interrupção total do sistema. Esta característica pode ter implicações a nível do redesenhamento do hardware e software.

HTTP SERVER (WEB SERVER)
- ver: INTERNET,HTTP,BROWSER
Processo servidor que envia páginas da Internet a pedido HTTP de browsers remotos.

HUB
Dispositivo que interliga vários computadores entre si. Num serviço de gestão de mensagens, um número de computadores locais podem trocar mensagens entre si só com o hub. O hub é responsável pela troca de mensagens entre os computadores e outros computadores remotos.

HYPERLINK (LINK)
- ver: INTERNET,URL,BROWSER
Ligação de referência de um ponto num documento hypertexto para outro ponto noutro documento ou noutro sítio no mesmo documento. Um browser mostra o link de uma maneira evidenciada (sublinhada) para que se note. Quando o utilizador activa o link (pressionado-o com o rato) o browser vai mostrar o seu objectivo.

HYPERMEDIA
- ver: HYPERTEXTO,HTML
Extensão do hypertexto que incluí gráficos, som, video e outros tipos de dados.

HYPERTEXT
- ver: HYPERMEDIA
Colecção de documentos (ou nós) que contêm - ver cruzadas entre eles. Através de um browser, o utilizador pode mover-se fácilmente de um documento para outro.

HTML (HYPERTEXT MARKUP LANGUAGE)
- ver: INTERNET,BROWSER,SGML,HYPERTEXTO
Documento de formato hypertexto usado na Internet. Contruído sobre o SGML, consiste numa listagem de "tags" inseridas no texto. Uma tag consiste num "<", uma directiva, zero ou mais parâmetros e outro ">". Pares iguais de directivas servem para delimitar o texto que deve aparecer de uma certa maneira.

HTTP (HYPERTEXT TRANSFER PROTOCOL)
- ver: INTERNET,TCP,IP,URL,HTML,WWW
O protocolo cliente/servidor TCP/IP usado na Internet para a troca de documento HTML. Convencionalmente, ele usa o porto 80.

HTTPS (HYPERTEXT TRANSMISSION PROTOCOL)
- ver: HTTP,URL,SSL
Variante do HTTP usado pela Nescape para a gestão de transações seguras. O Netscape Navigator suporta o método de acesso a endereços da Internet (URL), "https", para ligar servidores HTTP usando o SSL.

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Interframe Coding
Método de compressão que usa a redundância de dados entre frames adjacentes para reduzir o tamanho do arquivo final. Para descrompressão, é necessário um frame chave para se descompremir os subsequentes. Usado no padrão MPEG por exemplo.

Intraframe Coding
Método de compressão que usa somente a informação redundante dentro do frame processado. Pode ser descomprimido isoladamente. Usado no MJPEG (Motion JPEG).

IPS - Inchs Per Second
Polegadas por segundo definem a velocidade da fita nos antigos gravadores de rolo. 15 IPS e 7,5 IPS são as mais difundidas.

ISDN - Integrated Services Digital Network
Rede Digital de Serviços Integrados. Método de transmissão de dados com largura de banda suficiente para transmitir áudio digital entre diferentes localidades com grande confiabilidade. A maioria dos estúdios de som da Europa, América do Norte e Ásia, está conectada a esse serviço e usa para fazer gravações e misturas remotas. O serviço já existe em algumas cidades brasileiras com o nome de RDSI.

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JPEG
abreviatura de Joint Photographic Expert Group. Grupo que define padrões para vídeo digital estático. 

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KeyKode TM
Método de codificação desenvolvido e usado pela Kodak para classificar seus negativos. Consiste de uma sequência de algarismos e código de barras impressos na borda do filme fotográfico que descrevem detalhes de cada negativo fabricado. Pode ser decodificado por um leitor dedicado instalado em um telecine por exemplo.

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Largura de Banda
- ver: ADSL,CROSSTALK,CLIENTE,SERVIDOR
Capacidade de transmissão de dados de uma ligação à Internet. Um modem comum terá 56kbps (= 7KB/s) de largura de banda, uma ligação ADSL terá 512kbsp (=64KB/s). A título de exemplo, se um servidor web tiver 100KB/s de largura de banda, 10 visitas nesse segundo poderão ter uma velocidade de download do site de 10KB/s, mas 100 visitas nesse mesmo tempo só poderão ter 1KB/s. E é importante notar que quase todos os serviços de alojamento cobram um montante extra (que pode ser considerável) se o consumo de largura de banda de um site exceder um certo montante, daí advém o facto de o slashdotting poder ser um fenómeno destrutivo.

L Cut
O corte L é o nome dados a uma edição onde a transição de imagem e som não ocorrem exactamente ao mesmo tempo. Também é conhecido por SPLIT EDIT e OVERLAP EDIT.

Linear Editing
Edição linear é o processo de montagem onde o programa tem que ser realizado do início ao fim da fita REC, e somente nessa ordem. Qualquer modificação no programa obriga a reedição de todas as cenas subsequentes à modificação.

List Cleaning
Limpeza de Lista significa remover todas as edições armazenadas no controlador durante a montagem que não foram usadas na montagem final.

Livejournal
CMS gratuito alojado num servidor alheio como o Blogspot, mas com algumas características muito particulares, e uma forte vertente de 'software social': existe um sistema de relacionamento entre weblogs alojados aqui, e para que seja possível termos o nosso próprio weblog gratuitamente é necessário o convite de um 'amigo', caso contrário o serviço é pago.

Lossless Compression
Compressão sem Perda. Método de compressão que faz uma análise extensiva dos dados para garantir que absolutamente nenhum dado seja perdido ao final do processo de compressão/descompressão.

Lossy Compression
Compressão com Perda. Método de compressão que resulta em perda de alguma parte da informação original.

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Magnetic Disks
Discos magnéticos são dispositivos de armazenagem de dados que usam métodos magnéticos de gravação. Discos de computadores são um exemplo por sua alta velocidade de acesso e confiabilidade.

Magneto-Optical Disks
Estes discos usam as tecnologias óptica e magnética combinadas para a gravação de dados.

Mag Track
Trilha magnética - fita magnética que roda simultaneamente ao filme nos sistemas duplos. Permite a edição de imagens com o som das cenas.

MIDI - Musical Instrument Digital Interface
Interface Digital de Instrumento Musical. É responsável pela transformação de informações musicais em termos digitais.

Mix-To-Pix
Processo de mistura do áudio para o master tape.

MII
Formato de vídeo tape com gravação de componentes de cor semelhante ao Betacam.

Moblogging
Utilização de tecnologias móveis como um PDA ou um telemóvel para actualizar o weblog - ou o photolog, caso utilizemos um telemóvel com câmara.

MPEG - Moving Picture Experts Group
Método de compressão que resultou do estudo de um grupo com o mesmo nome. É baseado na redundância entre as imagens subjacentes e resulta em alta compressão. Assim como o JPEG (feito para imagens still) aceita vários níveis de compressão.

Movable Type
CMS escrito em Perl, da autoria da Six Apart, actualmente a escolha mais popular entre quem pretende alojar um weblog no seu próprio servidor ou em espaço de alojamento alugado. Uma das características mais interessantes do MT é a sua capacidade de gerir vários weblogs a partir de uma única instalação.

MySQL
Base de dados muito popular, utilizada pela maioria dos CMS para a gravação dos dados. Faz parte da lista de requerimentos a cumprir pelo nosso servidor se quisermos instalar estes programas. Ver site oficial.

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Nagra
Empresa fabricante do mais conhecido gravador de áudio profissional de campo, produzido pela empresa Kudelski S.A., com sede em Cheseaux-sur-Lausanne na Suiça.

Nonlinear Editing - Edição Não Linear
Processo de edição de sons e imagens onde a montagem não precisa ser necessariamente feita do começo até o fim, sequencialmente. A edição não linear permite que o editor coloque qualquer clip em qualquer ponto do programa a qualquer hora e sem prejuízo daquilo que já havia sido editado. Acesso randômico (acesso instantâneo a qualquer ponto) também é uma característica presente em todos os sistemas não lineares.

NTSC - National Television Standarts Committee
O Comitê Nacional de Padrões de Televisão padronizou o sistema de codificação de cores para as transmissões nos Estados Unidos em 1947, além de outras características como o frame rate (29.97 FPS) número de linhas (525) e etc. Esta norma de padronização ficou conhecida como NTSC.

Nyquist Limit - Limite de Niquist
Esta lei diz que a frequência de amostragem de um sinal analógico deve ser no mínimo o dobro da maior frequência (largura de banda) do sinal amostrado.

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Offline
Processo de edição que não resulta no produto final. Funciona como uma espécie de esboço da edição final.

Online
Processo de edição que resulta no produto acabado (master tape) pronto para distribuição.

Opticals
Transições no filme (película) diferentes de um corte que precisam de dois ou mais trechos de filme para serem impressos juntos. Dissolves, wipes e outros são efeitos ópticos.

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PAL - Phase Alternate Line
Linha de fase alternada. Padrão de codificação de cores desenvolvido na Alemanha onde cada linha horizontal tem sua fase de crominância alternada em relação à linha anterior. Possibilitou o ajuste automático de matiz no receptor de TV.

Pageviews
Número de páginas visitadas num determinado período de tempo, ou seja, o número de hits que dizem respeito a ficheiros pedidos directamente pelo utilizador, deixando de fora ficheiros associados como os gráficos do site. Normalmente, se alguém só visitar a página principal de um weblog ficará registado apenas um pageview, se eventualmente depois visitar uma página de arquivo será registado um segundo pageview, e assim consecutivamente.

Parasita
- ver: WEBLOG
Leitor que se 'aloja' no sistema de comentários de um weblog, utilizando este mecanismo quase como se fosse o seu próprio weblog, normalmente transmitindo opiniões contrárias - muitas vezes a roçar o flame - às do autor do site.

Perl
- ver: CMS, PHP
Linguagem de programação que é de longe a mais utilizada na criação de scripts CGI, de forma simples pequenos programas que correm no servidor onde estão alojadas as páginas web e que permitem que o utilizador actue sobre estas. Muitos CMS estão programados em Perl, e é necessário que o servidor onde alojámos o nosso site tenha o Perl instalado para que possamos utilizar estes programas. Ver site oficial.

Permalink
Um link permanente para um artigo individual, isto é, que aponta para o artigo mesmo depois de este ter saído da página principal.

Pixel
Menor unidade de imagem digital.

Photolog
- ver: WEBLOG
Género especial de weblog cujo conteúdo consiste em fotos em vez de texto. Ver directório Photoblogs.org, ou ainda o Fotolog.net - serviço idêntico ao Blogspot dedicado a photologs.

PHP
- ver: CGI, CMS, HTML
Abrev. PHP Hypertext Processor (uma daquelas abreviaturas recursivas). Linguagem de programação 'embebida' no código HTML (o que não acontece com os scripts CGI por exemplo em Perl), bastante popular e utilizada por diversos CMS. Como acontece com os programas em Perl, é necessário que o servidor onde alojámos o nosso site tenha o PHP instalado para que seja possível executar um CMS como o Pmachine. Ver site oficial.

Predictive Coding
Método de criação de rotinas que visam completar um modelo através da análise de sequências já existentes.

Pre-Master
Fita com a edição antes do último estágio de finalização - como adição de letreiros (caracteres) por exemplo, assim qualquer modificação nos letreiros não forçará uma reedição. Pode ser também a fita master que vai gerar um master em outro formato (laserdisc, DVD, etc).
 

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Quantization - Quantização
Determinação em valores digitais do nível de um sinal analógico amostrado durante a digitalização.
 

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Random Access - Acesso Randômico
Habilidade de um sistema de encontrar e exibir qualquer parte de um material (vídeo ou áudio) sem passar sequencialmente por segmentos subsequentes.

Raster
Padrão de scaneamento em linhas que cobre a área de uma imagem.

Release Print
Versão final de um filme pronto para ser copiado para distribuição.

RSS (Really Simple Syndication)
Linguagem standardizada que permite que um weblog disponibilize parte ou a totalidade do seu conteúdo para que este possa ser integrado noutros sites, ou lido com software especializado como o Feedreader. Existem diversas 'versões' de RSS, como 0.91, 1.0 ou 2.0, que não significam (ao contrário do que é comum com software) a superioridade de uma sobre outra, mas sim standards ligeiramente diferentes, devido ao facto de o RSS não ser um protocolo desenvolvido por um só organismo - disto resulta que 0.91 e 2.0 são semelhantes, e o RSS 1.0 muito diferente destes.
 
Run Length Encoding
Processo de determinação de codificação de uma mensagem onde é necessário ler um trecho antes de se determinar a conversão.

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Sampling - Amostragem
Processo de se medir os valores de um sinal eléctrico contínuo em intervalos de tempo regulares. Usado na digitalização de vídeo e áudio.

Sampling Theorem
O teorema que determina que um sinal deve ser amostrado em no mínimo 2 vezes (Nyquist Limit) a frequência do sinal original.

Scaling
Processo usado para reduzir o tamanho da matriz para uma imagem, retirando pixels.

Scrubbing
Capacidade de um sistema de áudio de reproduzir as alterações no som ao se manipular o sentido e a velocidade de reprodução do áudio. Permite perceber as mudanças no pitch continuamente.

SCSI - Small Computer Systems Interface
A "interface de sistema de computadores pequenos". Tipo de conexão e protocolo de comunicações usado para interligar computadores e periféricos. Devido ao baixo custo e alta confiabilidade expandiu-se rapidamente e é actualmente a conexão mais usada para comandar discos rígidos de gravação de áudio e vídeo, porém pode ser usada em qualquer outra aplicação. Há ainda suas atualizações: SCSI 2, SCSI 3, ULTRA2 SCSI, etc.

SECAM - Séquential Coleur a Mémoire
Sistema de codificação de cores desenvolvido na França para transmissão de imagens de televisão. Como o PAL, usa 25 FPS.

Single System
Sistema de gravação de imagens e sons num mesmo equipamento, como o gravador de vídeo por exemplo.

SMPTE - Society of Motion Pictures and Television Engineers.
Entidade fundada nos Estados Unidos para se discutir e difundir práticas comuns nas áreas de Cinema e Televisão. Hoje conta com associados no mundo todo, inclusive no Brasil.

Spatial Aliasing
Distorção visual na imagem movimentada na tela. Geralmente perceptível nas bordas da imagem distorcida no espaço 2D ou 3D.

Storyboard
Colecção de desenhos ou fotos que representam as cenas a serem filmadas/gravadas. Podem ser colocadas facilmente em qualquer ordem, modificando a sequência da história proposta.

Straight Cut - Corte
Transição onde a imagem e o som são alterados ao mesmo tempo.

Subsampling
Técnica que reduz a quantidade total de dados de uma imagem digitalizada com grande prejuízo da qualidade.

Symetrical Compression - Compressão Simétrica
Técnica de compressão/descompressão de imagens que usa a mesma quantidade de processamento nas duas etapas do processo.

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T1 and T3
As linhas de transmissão T1 e T3 permitem velocidades de até 1,5 e 45 Mbits/segundo respectivamente. São usadas para comunicação digital entre empresas e agora também nas conexões de Internet.

TBC - Time Base Corrector
A correção da base de tempo é necessária para se estabilizar o sinal de vídeo em tape recorders.

TLD (Abrev. Top Level Domain)
- ver: DOMÍNIO, HTTP, HTTPS, URL, WWW
São os domínios de mais alto nível, como .com, .net, .pt ou .uk. Existem diversos domínios genéricos (gTLDs) - .com, .net, .org, .edu, .gov, .mil, .info, .int, .biz - sendo alguns destes reservados a certos tipos de organizações enquanto outros são abertos ao registo de domínios por parte de qualquer pessoa. Existem depois os ccTLDs (country code TLDs), os 'domínios de duas letras' entregues à administração por cada país - .pt para Portugal, .us para os Estados Unidos, .tv para Tuvalu (cujo governo terá vendido .tv a uma empresa americana por uma larga quantia). Informação sobre TLDs.

Templates
Páginas - ou porções - sem conteúdo, utilizados na maioria dos CMS como modelos para o layout gráfico de páginas web ou outros documentos gráficos.

Temporal Aliasing
Distorção de percepção do movimento da imagem.

Timecode
Codificação de horas, minutos, segundos e frames que é gravada no vídeo tape ao mesmo tempo da imagem para identificar cada um dos frames que a compõem.

Trim
Material não usado em um clip. O trecho antes do ponto inicial do clip é chamado de Head Trim e o trecho após o pondo de saída, Tail Trim.

Turing Machine
Proposição matemática de um conjunto de cálculos capazes de executar todas as operações.

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URL (UNIFORM RESOUSE LOCATOR)
- ver: HTTP, HTTPS, WWW
Endereço único que identifica a localização da Página Web na WWW (Worl Wide Web).
Um URL típico especifica o método usado para aceder ao recurso (protocolo), ao nome do computador anfitrião em que está situado e ao trajeto do recurso.
Por exemplo em http://www.terena.nl/gnrt/websearch/index.html, o protocolo especificado é o HTTP (HyperText Transfer Protocol), sendo um dos mais comuns na WWW. Outros protocolos podem também ser usados. Ex. HTTPS

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Variable Frame Size - Tamanho Variável de Frame
Técnica de compressão que não estabelece uma quantidade fixa de dados para cada frame comprimido, deixando que os frames com maior redundância possam ter maior compressão sem prejuízo da qualidade.

Videolog (Videoblog)
Género especial de weblog cujo conteúdo consiste em vídeos

Visitas Individuais
Este número é auto-explicativo. No entanto é surpreendente como é difícil obter com exactidão o número de visitas a um site num determinado número de tempo, uma vez que dos registos de um servidor apenas constam os hits, sendo o número de visitantes extrapolado a partir destes dados. Daí existirem discrepâncias neste número quando são utilizados diferentes programas de análise de registos, ou quando as estatísticas são feitas por serviços como o SiteMeter em vez de através da análise dos registos do servidor (pois raros são os servidores de alojamento gratuitos que permitem acesso aos registos, se é que existe algum que o permita).

Virtual Recording
Processo de "gravação" usado nos sistemas não lineares onde é mantida uma lista dos clips que devem ser executados ao invés de se enviar realmente os dados de vídeo e áudio para um outro dispositivo.

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Webserver (Servidor de alojamento)
Nada mais que um computador ligado permanentemente à Internet, que contém os ficheiros que compôem um site e os disponibiliza através de software para esse fim. No entanto, por questões de comodidade e relacionadas com a largura de banda necessária, a maioria opta por alojar os seus sites em servidores alheios. Geocities, Sapo, Clix, etc... São servidores de alojamento gratuitos; outros que disponibilizam melhores condições são pagos, existindo como é lógico toda uma gama de preços conforme as especificações pretendidas do serviço (os preços podem variar entre três ou quatro euros - para um serviço básico - e centenas de euros por mês - para o aluguer de um servidor dedicado).

Weblog (Formato)
Muitas vezes referido como 'blog'. Website que consiste em textos ordenados cronologicamente, com o conteúdo mais recente no topo. O termo abrange weblogs (enquanto género), diários, sites com notícias ou opiniões, e muitos outros géneros. Exemplos: qualquer site listado no PTBloggers.

Weblog (Género)
Contracção de 'web log' (1). Exemplo: Robot Wisdom.

Weblogger
Autor de um weblog

Web Log (1)
Registo da navegação na web. Página que apresenta as recomendações de navegação do seu autor.

Web Log (2)
Registos do servidor que aloja páginas web, a partir do qual são possíveis elaborar diversas análises e estatísticas sobre as visitas de um site. Incluídos nestes dados estão por exemplo os referrers, e os números de hits, pageviews e visitas individuais.

Window Dub
Janela de timecode mostrada no vídeo de uma cópia para uso em processos de offline e sonorização.

WMRM (Write Many, Read Many)
Discos regraváveis óticos e magnéticos onde se grava muitas vezes e se lê muitas vezes.

WORM (Write Once, Read Many)
Discos não regraváveis onde se grava apenas uma única vez e se lê muitas


WWW  (World Wide Web)
- ver: HTML, HTTP, HTTPS, URL
A World Wide Web (WWW, W3 ou Web) foi desenvolvida a partir de 1989 no Laboratório de Pesquisas Nucleares - CERN, em Genebra na Suíça, com o objetivo de interligar os pesquisadores de vários institutos através da Internet; é sem dúvida o sistema que mais cresce atualmente na Internet, sendo o maior responsável pelo crescimento da rede nos últimos anos.
A WWW é um sistema de busca e obtenção de informações onde os caminhos de navegação não são baseados nos títulos dos documentos (como o Gopher) e sim embutidos nesses documentos os mecanismos de hipertexto; lembrando que o Gopher cria documentos a partir de uma árvore de navegação, a WWW cria a imagem de uma teia que interliga documentos através da Internet, daí o seu nome (World Wide Web - Teia de Alcance Mundial).
Os documentos componentes da Web podem conter também imagens ou mesmo recursos de multimedia, sendo também denominados como documentos de hipermídia; a composição desses documentos é denominada HTML (Hiper Text Markup Language), baseados em diretivas em formato ASCII, que permite, por exemplo, definir o formato do documentos e ligações para documentos exteriores (hiperlinks).
Um documento HTML é localizável na WWW através de um identificador conhecido como URL (Universal Resource Location), que identifica o tipo de servidor a ser acessado, o equipamento onde contém as informações procuradas e a sua localização correcta.

Contactos úteis no concelho...

 

Localizar no mapa... 

Site Meter

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