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Artesanato da Chamusca

 

Chamusca - Artesanato

A Vila da Chamusca apresenta uma grande riqueza em termos culturais...
 

:: CERÂMICA PINTADA



Peças de barro vermelho, um vidrado colorido, tintas de alto fogo, motivos da nossa terra, cozedura quente e lenta, jeito e imaginação é quanto basta para termos dos mais lindos objectos do mundo.

Do prato que vem do oleiro à prenda que damos a alguém vai a distância da arte de transformar simples cerâmica nua em objectos decorativos que levam consigo imagens da nossa vida, recantos do nosso andar, pedaços da nossa cultura. E no fundo de cada peça, em discreto mas para que conste e se saiba o que se leva, vão umas quantas palavras que dizem tudo em tão pouco: Pintado à mão. Ana Silva. Chamusca.


As peças faz o oleiro, pratos, travessas, cinzeiros, taças, potes, bilhas, jarras, saleiros, serviços de chá e de café, terrinas, paliteiros, azulejos, tudo em barro, barro , sem qualquer decoração. Ana Silva vidra as peças com uma mistura de óxidos conforme a tonalidade que lhes quer dar, mais para o azulado ou para o lado dos bejes.
Depois pinta, junta a arte à técnica, carrega a peça com a mensagem que ela há-de transportar o resto da sua vida. E é tempo de ir ao forno para que conjuntamente cozam tinta e vidro e ela nele se funda a 980º (graus), cinco horas a aquecer, dez para ir arrefecendo e o que sair do forno serão decorações para sempre, não sol que as altere nem lavagem que as deslustre.


Embaixatrizes da Chamusca e do Ribatejo, as peças de Ana Silva, em tons de azul e amarelo, as cores mais da tradição levam consigo o que de mais belo e característico tem a vila e a região: a Matriz, o Coreto, o Mirante, S. Pedro e Misericórdia, a Ponte, os Paços do Concelho, o Clube Agrícola, o brasão municipal, o Chafariz da Botica, o Senhor do Bonfim, que é onde vai quem quer ver o Ribatejo de Ponta a Ponta. E também cenas do campo, carros de épocas idas, touros, cavalos, campinos, a alma passada ao barro.


     Tem sempre composta a montra e quem quiser pode escolher. Mas também satisfaz pedidos de vontades pessoais, o cliente desenha e do forno sairá o traço da sua mão. E pode gravar-se uma infinidade de coisas, tudo aquilo que se quiser, uma data, um acontecimento, uma dedicatória, um nome. Personaliza-se a peça, única e irrepetível.

É aqui que o artesanato se vinga do consumismo... Do barro elementar, como desde o Neolítico, continuamos a fazer coisas úteis e bonitas, para servir e deleitar, para usar e decorar, porque a vida é isso mesmo, o trabalho e o prazer, o esforço e o gozo dele, o barro que somos e a arte que Ihe juntamos.


:: LATOARIA

Tem um século, pelo menos, a arte de latoeiro de que são portadores os irmãos Freitas da Chamusca. Em mil novecentos e poucos mestre Henrique Latoeiro tinha oficina aberta, nesse tempo na esquina do largo do coreto com o do hospital velho.

sessenta anos, Francisco Freitas, que tinha sido aprendiz, comprou-a para seu uso e transferiu-a mais tarde, no fim dos anos 50, para onde está agora, ao do Café Império. Ensinou a arte aos filhos, que são no nosso tempo, os únicos representantes dela numa vila que teve quatro oficinas de latoeiro com trabalho que sabe Deus.

E trabalho é muito, as vezes nem sabe um homem para onde se há-de virar, porque a procura é crescente e cada vez menos quem a satisfaça a preceito. 0 que mudou foi a obra porque o mundo em que vivemos não é o de mestre Henrique.

Então eram as quartas para a cura, os pulverizadores, os canos de rega que havia antes do pIástico e que se chegaram a produzir aqui ao ritmo de 200 metros por dia, a trabalhar de empreitada. E alcatruzes para as noras, medidas de folha, do meio decilitro ao almude, balanças de braços, talhas para o azeite, tarefas para os lagares, um ror de coisas que hoje muita gente nem sequer sabe o que é.

Também se faziam lanternas, de folha, claro, até que o plástico chegou e tomou conta de tudo. Mas cansa, por não ser bom nem verdadeiro, e hoje em dia, curiosamente, é lanternas o que os irmãos Freitas mais produzem outra vez na oficina. De folha, claro, artísticas e perfeitas, e é que está a diferença que atrai a clientela e proporciona trabalho a quem assim as faz. Dos tempos da velha oficina ainda tem, a funcionar na perfeição, a bigorna e a calandra, um instrumento que serve para enrolar e quinar chapa ou arame. A fieira, que dobra, vinca, faz rebordos e executa todos os enfeites na chapa, foi adquirida menos tempo, mas a antiga ainda a conservam como peça de museu. E conservam também, com orgulho, a velha forja, indispensável para soldar antes de se inventarem os maçaricos a gás. Foi ainda mestre Henrique Latoeiro, no princípio do século, que comprou essa forja, carregadinha de História. Era usada, mas precisamente o uso que teve é que lhe valor e significado especial: nesse tempo, tinha acabado de ser construída a Ponte da Chamusca, toda em ferro e chaparia, e, sendo certa a tradição foi nessa velha forja que se recozeram os rebites para ela.

:: RESTAURO DE MÓVEIS

Como acontece com outros objectos, como o vestuário ou o calçado, também os móveis tem dupla serventia, se assim se pode dizer: são para usar propriamente e para distinguir quem os usa. Alguns móveis transformaram-se mesmo em símbolos de poder e adquiriram, aos nossos olhos, uma dignidade especial. Tome-se o caso de um trono que mais não e afinal do que um móvel de assento, e nem sempre confortável, mas que distância não vai entre as cadeirinhas da aldeia e os cadeirões do poder, usados por reis e papas... Então é bom de entender que, como em tudo nesta vida, uma hierarquia dos móveis estabelecida por muitos critérios e também pelos laços afectivos que estabelecemos com eles. E enquanto a maior parte dura enquanto durar e depois vai para o lixo ou morre numa lareira, outros que são eternos ou queremos nos que sejam.

É aqui que entra o restauro para rejuvenescer o que tem muito ano, não Ihe tirando a idade que também lhe valor.

Restaurar não é consertar. É repor o que, por estar danificado, precisa de ser refeito, mas respeitando rigorosamente a verdade do que era. Então restauro é arte a exigir conhecimento, jeito e muita dedicação. Não é trabalho que se faça a olhar para o relógio nem nunca por nunca ser se pode pensar fazê-lo em série ou de empreitada. Cada restauro tem uma história e nunca mais se repete. É obra única que quem sabe pode fazer a preceito.

:: REGISTOS, GRAVURAS E SANTINHOS

Vem do tempo dos conventos, eras de outras devoções, quando as freiras os faziam para uso próprio ou satisfação de pedidos alheios. Santinhos por terem santos, bentinhos por serem bentos, serviam muitas vezes para marcar a página de um livro de oração, missal, Bíblia ou outro que se tivesse para utilização religiosa. Eram registos de uma passagem que se lia muitas vezes. Alguns emolduravam-se e povoavam as paredes das casas médias e ricas, símbolos de protecção, imagens a que a gente se prendesse num mundo em que eram mais os perigos ou o medo deles e menos as imagens onde pousar os nossos olhos.
Havia também relicários, muitos, guardando pedacinhos materiais de alguém que viveu antes e que se crê estar vivo ainda e a olhar pela nossa vida. Eram peças bem-queridas, tratadas com devoção, objectos do nosso sagrado, o lado mais fundo de nós.

  
Depois o tempo passou. Abrandou a veneração, avançou o material, a religião perde crentes, fecharam muitos conventos, deixou de haver tantas freiras, poucos faziam santinhos, os que havia estavam velhos, consumidos pelos anos, desgasto pelas humidades, desfeitos pelo abandono. Muitos perderam-se para sempre, não tiveram protecção acabaram tristemente. Mas outros sobreviveram e chegaram até nós, testemunhos de outras vidas, de passadas devoções, carregados de memórias e de estimativo valor. Hoje olhamo-los de outro modo, eles próprios relíquias, peças do nossso património, símbolos de um viver que herdámos e não temos. E queremos conservá-los, restaurando-os, recuperando-os, restituindo-lhes a juventude que tiveram, várias gerações atrás, na parede da bisavó, no oratório de algum antepassado mais ilustre. E os santinhos são pontes a ligar-nos ao passado, a dizer-nos de onde vimos.
  
Armando Palhais descobriu-os muitos anos atrás e afeiçoou-se-lhes. A vida exigiu-lhe atenção a outras tarefas e os santinhos ficaram à espera. Mas agora, que a disponibilidade é outra, cuida deles e reaviva-os, restaurando-lhes a forma e devolvendo-lhes a dignidade. É nisso que passa os dias, com toda a paciência do mundo porque toda não é demais para refazer como foi aquilo que tanto ano deixou de ser o que era.
 
Também faz novos, com o conhecimento que tem dos que vêm do tempo antigo. E vende-os a quem os quer, santinhos mas não bentinhos, do benzer trata o devoto, que os objectos benzidos não são para andar no comércio. Muitos nem benzidos serão, servem para colecções, valem pelo que são e não pelo que cremos serem. Num mundo com tanta imagem que nos entope o olhar, apetece às vezes fixar um registo de outro viver e assim ter consciência de que afinal, nesta constante mudança, olhares que permanecem e nos seduzem ainda.

 

Ler 4437 vezes Modificado em quarta, 14 outubro 2015 14:58

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