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Conceito Eco Parque do Relvão

 

 

 

 

Este projeto destaca-se de outros semelhantes pela vontade de orientar o seu desenvolvimento no sentido de se constituir um ecossistema industrial, em que é promovida a interação e parcerias entre empresas para a exploração de eficiências conjuntas na utilização de recursos materiais e energéticos – as chamadas simbioses industriais (SI) - transformando problemas ambientais em oportunidades, com impactes a nível económico, ambiental e social.

CONTEXTO

Uma análise ao contexto nacional atual permitiu observar que, do ponto de vista estratégico, os grandes planos orientadores associados à gestão de recursos (p.e. Plano Nacional de Gestão de Resíduos, Plano Estratégico dos Resíduos Urbanos, Compromisso para o Crescimento Verde) referenciam as SI como uma medida a ser promovida. Ao nível dos instrumentos políticos, o contexto regulamentar não apresenta barreiras às SI, desde que as empresas cumpram com as condições técnicas exigidas (p.e. licenças, estatuto fim-de-resíduo ou subproduto), existindo mesmo mecanismos voluntários e financeiros – como seja o Mercado Organizado de Resíduos (MOR) ou a Taxa de Gestão de Resíduos (TGR) – que contribuem para a promoção de opções de reciclagem ou reutilização como as SI.

ECO PARQUE DO RELVÃO

Em Março de 2007 a Câmara Municipal da Chamusca (CMC) apresentou o projeto Eco Parque Industrial do Relvão (EPR), capitalizando sobre a sua experiência técnica em matéria de gestão de resíduos como foi o caso da Resitejo (RSU) e da Ribtejo (RIB), oportunidades emergentes como foi o caso dos CIRVER, no âmbito regional, com o bom enquadramento geográfico e o elevado potencial de exploração sustentável de recursos naturais (florestal, agrícola e energética).

Ao decidir alavancar a economia local tendo por base a capacidade emergente de soluções de gestão de resíduos locais – mas com impacte ao nível nacional – e querendo evitar uma abordagem puramente económica, baseada em procedimentos e tecnologias com menos relevância na hierarquia de gestão de resíduos, a autarquia optou por abordar diversos agentes das áreas de políticas públicas, empresas e universidades no sentido de se instruírem as melhores estratégias de desenvolvimento.

Em dezembro de 2015, estavam integradas no projeto EPR 26 empresas, 14 das quais em operação, 4 em construção e 8 em projeto, distribuídas por 4 Fases, abrangendo cerca de 200 hectares de terreno.

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